Eleições presidenciais
em Portugal
CAPÍTULO II - À procura de novo tacho










Nesta imagem (à esquerda) eu recordo tempos idos em que a tradiçao era cultura séria e se respeitavam todos os preconceitos que avivavam confreternizações de índoles várias, desde funerais a aniversários.



Meu introito, justifico assim: hoje, ao ler o jornal diário "Público" (edição de Lisboa, Portugal), deparei com uma reportagem de "ouro" assinada por Ana Cristina Pereira sobre o tráfico de droga e do papel dos correios de droga. A repórter com muito tino e perspicácia foi às cadeias portuguesas e relatou o que viu e soube. Um trabalho profundo e estruturado que pode servir de manual de jornalismo de investigação. Assim mesmo. Eu não resisto em emparceirar neste mesmo combate, com o objectivo principal de alertar quantos me possam ler. Só lamento não ter meios técnicos para linkar ao jornal Público que publicou este trabalho de Ana Cristina, pois vale a pena ler tudo quanto escalpelizou sobre este tremendo assunto.
Mas, escolhi um trecho da reportagem referente a um brasileiro que caiu na esparrela de ser "correio". Uma pequena estória que cabe perfeitamente aqui no nosso Estórias p'ra Contar, dada a grande audiência que temos no Brasil. Com a devida vénia, aqui fica textualmente a estória de um brasileiro reformado de 66 anos de idade, detido em Paços de Ferreira (POrtugal) desde 2002, cumprindo pena de 7 anos e meio, apanhado com 2,675 quilos de droga. 

Desde os Jogos Olímpicos de Atenas, no Verão passado, que a jovem de apenas 19 anos não sabe fazer outra coisa para além de vencer. Ontem renovou o título de campeã da Europa, na Suíça. Vanessa parece mesmo apostada em habituar mal os portugueses, uma frase que ontem utilizou em declarações a O JOGO



Futebol: ANGOLA vs CABO VERDE
