para resolver o problema
O presidente dos Estados Unidos, George Bush, afirmou hoje que os Estados Unidos querem resolver a crise nuclear do Irão através de meios diplomáticos.Nós temos um importante trabalho pela frente, que é trabalhar questões como o Irã. Nós passamos algum tempo falando sobre a questão iraniana e o desejo de resolver esse tipo de questão diplomaticamente trabalhando juntos - disse Bush, após um encontro com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel.
OPINIÃO: A importância deste problema nuclear que o Irão gerou é, de facto, preocupante. Dificilmente se poderá avaliar a grandeza do caso. Mas, na verdade, a não haver bom senso por parte dos Estados Unidos e seus parceiros, o problema poderá ser muito mais grave do que foi o do Iraque. Até hoje nada provou que os iraquianos possuiam armas químicas, etc., etc., etc., o álibi da invasão levada a cabo pelos Estados Unidos e seus parceiros, a mando de Bush.

A hegemonia americana, amedrotou Gorbatchev, e a única força mundial (URSS) que assegurava a paz mundial, foi desmantelada, e as portas de entrada em qualquer parte do Mundo de forças militares sem passaporte e sob o signo da destruição gerada por cobiças camufladas, ficaram às escâncaras.
Há que atentar no desenvolvimento do problema que está, sem dúvida alguma, a ser minuciosamente analisado pelas forças de apoio às decisões do presidente estadounidense.
O Irão, potência mundial geradora de energias imensas, com o petróleo na primeira linha mundial, está emparceirado com a China e o Sudão - EUA com o Kwait e Arábia Saudita - numa guerra surda que alicerça perigos universais, face à conquista de reservas que EUA, China e Japão - e outros grandes consumidores - correm pelas áreas produtoras do "ouro negro" no Mundo.
Luciana Brafman em Outubro de 2005, entrevistou
o cientista político americano Michael Klare, estudioso de causas e prevenções de guerras nos últimos 35 anos de sua vida, acredita que a competição por recursos como o petróleo é, actualmente, a maior fonte potencial de conflitos mundiais.Pergunto eu: Porque será que o Irão está na mira? Não será pela mesma razão que serviu de "álibi" para invadir e destruir o Iraque? Matar milhares de seres humanos inocentes? Destruir património cultural mundial inigualável? Só que, no Irão há mesmo força nuclear. Um problema muito sério.
CARLOS PEREIRA














FELIPE SCOLARI
Hoje, no dealbar de 2006, a notável equipa dos "Palancas Negras" - como é conhecido o grupo dos "barões" angolanos - é falada em todo Mundo, reflexo óbvio da qualificação para duas das maiores provas do futebol mundial: o CAN (Taça das Nações Africanas), no Egipto, com estreia frente aos Camarões - campeão africano por quatro vezes -, orientado por um dos melhores treinadores portugueses: ARTUR JORGE; e o Campeonato do Mundo, que se disputará em Junho, na Alemanha, qualificação que acontece pela primeira vez. E, historicamente, enriquecida com a presença na Alemanha, de Portugal e do Brasil, onde os angolanos se estreiam defrontando os tugas, orientados pelo polémico sargentão Scolari.









Carlos Alberto Parreira

























