FELIPE SCOLARIseleccionador de Portugal
não quer voltar ao Brasil
O treinador da selecção portuguesa de futebol, o brasileiro Luiz Felipe Scolari, considerou que o grupo de Portugal no Mundial'2006 inspira cuidados, apesar de ser aparentemente fácil.
"O nosso grupo é hipoteticamente fácil e as possibilidades de passarmos são boas em relação a outros agrupamentos, mas temos que ter cuidado", afirmou Scolari ao Globo-ON LINE.
O sorteio colocou Portugal no Grupo D, juntamente com Angola, México e Irão. Os angolanos fazem estreia fase final de um Mundial. O contrato de Scolari coma a Federação lusa depende do Mundial. O técnico brasileiro, que assumiu o comando da equipa dos tugas há três anos, está vinculado Julho de 2006. e a renovação do seu contrato com a Federação Portuguesa de Futebol depende dos resultados alcançados no Mundial de 2006, disse o "sargentão". "Temos um acordo verbal no qual decidimos esperar por resultados. Se não ganhas nada, se não chegas a nada, tens de abandonar a equipa", afirmou. Independentemente da sua continuidade na selecção portuguesa, Scolari não tenciona voltar ao Brasil, e prefere continuar a sua carreira na Europa, onde estabilizou residência familiar."Não pretendo voltar ao Brasil. Tive propostas muito interessantes, mas tenho a minha família a viver lá comigo. Pretendo permanecer na Europa, em Portugal, Espanha, Inglaterra, Rússia...não sei", acrescentou.
O sempre polémico técnico assinalou que quer ganhar um título mundial com Portugal, pois seria muito mais emocionante do que o conquistado com o Brasil, no Mundial de 2002, realizado no Japão e Coreia, no qual os "canarinhos" alcançaram o seu quinto ceptro. "O Brasil tem cinco técnicos campeões do Mundo, enquanto Portugal não tem nenhum. No Brasil são apenas mais um, mas se ganhar com Portugal daqui a 50 anos ainda serei recordado por isso", rematou.
"O nosso grupo é hipoteticamente fácil e as possibilidades de passarmos são boas em relação a outros agrupamentos, mas temos que ter cuidado", afirmou Scolari ao Globo-ON LINE.
O sorteio colocou Portugal no Grupo D, juntamente com Angola, México e Irão. Os angolanos fazem estreia fase final de um Mundial. O contrato de Scolari coma a Federação lusa depende do Mundial. O técnico brasileiro, que assumiu o comando da equipa dos tugas há três anos, está vinculado Julho de 2006. e a renovação do seu contrato com a Federação Portuguesa de Futebol depende dos resultados alcançados no Mundial de 2006, disse o "sargentão". "Temos um acordo verbal no qual decidimos esperar por resultados. Se não ganhas nada, se não chegas a nada, tens de abandonar a equipa", afirmou. Independentemente da sua continuidade na selecção portuguesa, Scolari não tenciona voltar ao Brasil, e prefere continuar a sua carreira na Europa, onde estabilizou residência familiar."Não pretendo voltar ao Brasil. Tive propostas muito interessantes, mas tenho a minha família a viver lá comigo. Pretendo permanecer na Europa, em Portugal, Espanha, Inglaterra, Rússia...não sei", acrescentou.
O sempre polémico técnico assinalou que quer ganhar um título mundial com Portugal, pois seria muito mais emocionante do que o conquistado com o Brasil, no Mundial de 2002, realizado no Japão e Coreia, no qual os "canarinhos" alcançaram o seu quinto ceptro. "O Brasil tem cinco técnicos campeões do Mundo, enquanto Portugal não tem nenhum. No Brasil são apenas mais um, mas se ganhar com Portugal daqui a 50 anos ainda serei recordado por isso", rematou.
Hoje, no dealbar de 2006, a notável equipa dos "Palancas Negras" - como é conhecido o grupo dos "barões" angolanos - é falada em todo Mundo, reflexo óbvio da qualificação para duas das maiores provas do futebol mundial: o CAN (Taça das Nações Africanas), no Egipto, com estreia frente aos Camarões - campeão africano por quatro vezes -, orientado por um dos melhores treinadores portugueses: ARTUR JORGE; e o Campeonato do Mundo, que se disputará em Junho, na Alemanha, qualificação que acontece pela primeira vez. E, historicamente, enriquecida com a presença na Alemanha, de Portugal e do Brasil, onde os angolanos se estreiam defrontando os tugas, orientados pelo polémico sargentão Scolari.









Carlos Alberto Parreira



























Para desanuviar, valha a verdade, os menus são uma maravilha para serem servidos em hospital... pelo menos aos doentes que não estão afectos a problemas estomacais. Umas costeletas de cordeiro, bem temparadinhas acompanhadas de um souflé de batata e saladinha ou uma boa posta de cherne grelhada fizeram a delícia deste dia, agregado à simpatia e delicadeza de Maria João, da secção de alimetação e dietética, é um caso único da trupe hospitalar do quinto piso. Um caso ímpar na trupe hospitalar do quinto piso.











