PEREGRINAR
Não me perguntes nada, porque não saberia responder. Achei no labirinto de minhas recordações sei lá guardadas de onde e porque razão as guardei. Recordações memorizadas, lidas de outras mais, que se arquivam sem se saber que ficaram retidas na mente, lá onde se guardam as coisas belas, lindas. Sei que sim... não por receios que nos ameaçam... mas, porque sim, porque sim, sim, sim. E aqui estou. Sou eu que aqui está para que me leiam e condenem se issa for a sentença que mereço. Isto sou eu... imaginativo como peregrino criando o futuro que eu vivo no presente. SOU EU!

Amo-te
como aqueles que se amam
sem límites.
Sinto-te em cada dia
tocando-me invisível
subtilmente.
Sou prisioneiro da tua voz
dos teus beijos.
Meu espírito solitário
sonhou contigo.
Minha alma busca a tua
gémea com toda emocão
[Mi lucha es dura y vuelvo con los ojos cansados de haber visto la tierra que no cambia]*
mas ao ouvir tua voz
tudo se transforma
meu ânimo a amar-te
cuidando de ti.
Entrego-me por completo.
Desejo-te, penso-te, choro-te
amo-te, procuro-te
necessito-te
sinto-te, sonho-te.
* Pablo Neruda.
como aqueles que se amam
sem límites.
Sinto-te em cada dia
tocando-me invisível
subtilmente.
Sou prisioneiro da tua voz
dos teus beijos.
Meu espírito solitário
sonhou contigo.
Minha alma busca a tua
gémea com toda emocão
[Mi lucha es dura y vuelvo con los ojos cansados de haber visto la tierra que no cambia]*
mas ao ouvir tua voz
tudo se transforma
meu ânimo a amar-te
cuidando de ti.
Entrego-me por completo.
Desejo-te, penso-te, choro-te
amo-te, procuro-te
necessito-te
sinto-te, sonho-te.
* Pablo Neruda.




Aborrecido porque o meu fim-de-semana não é fim-de-semana mas sim princípio-de-semana, que me proporciona uma semana para aquém da semana de que desfruta a maioria dos mortais. Não fiquem com raiva. Eu explico melhor. Bem. É assim: as minhas semanas não são como as semanas da maioria dos mortais. Lá isso é verdade. Podem crer. São semanas bué de chatas, podem crer. Onde até aparecem, por vezes, fantasmas...
Quem lida comigo, mais pertinho de mim, é que sofre com a porcaria da minha semana. Podem crer. É que ao fim-de-semana (para os outros de perna esticada) eu trabalho p'ra cachorro. Sábados e Domingos, enchem a minha tola de desporto ou não fosse eu jornalista dessa área - para cima, para baixo -, para os lados... tudo aponta para cada estafa que me apeio na primeira oportunidade e trago uns golos de water (juro, mesmo!). Bem, mas eu prometi explicar e ainda não me expliquei de nada e, se calhar, não tenho nada para explicar. Estou a pensar se devo continuar
Deixem-me ponderar na atitude que devo assumir. Claro, eu não posso escrever às balda... não acham? Não? Mas entendam que tudo isto acontece por causa da merda dos meus fins-de-semana. Passo? Lembram-se disso, não lembram? Acredito que a vossa memória seja fértil em imaginação mas, francamente, esquecerem-se de que no princípio desta cagada textual eu manifestei desagrado pelos fins-de-semana, não é justo e só prova que eu não consegui subjugar a vossa atenção par mim... num gesto narcisista que em nada corresponde à realeza da minha personalidade. Podem crer, que é verdade.
Bem! Mas a coisa é esta. Como à segunda e terça-feira, estou de folga (meu fim_pricípio-de-semana) estou privado de net e são 48 horas de actualidades quer passam ao lado dos meus blogues. É que eu adoro dormir bué... e não gosto de me chatear ne que me chateiem. E não nasci na Bhaía, não... Bom, entendido? Próprio de angolano calcinha... (rsss). Esta a razão deste imbróglio de palavras, gírias, prolixidades e dos étecétras que me esqueci de colocar.
contabilizou no meu pc (da empresa) um total de 2026 caracteres (com espaços) e 347 palavras em 33 linhas. Para quê? Para dizer apenas isto, em 102 caracteres, 17 palavras e 2 linhas: 












































