ESPERANÇA, VERGONHA E ABORTO
Meus amigos, agora é só esperar que o tempo jogue a favor da recuperação do meu rapaz. Há um prazo de esperanças que pode terminar depois de amanhã. Sem perder o fio à meada, estarei atento e alimentarei a esperança de que haverá de forma definitiva ajuda de Deus na resolução do problema.
Até lá, alguns outros problemas absorveram minhas atenções, sobretudo, por serem problemas que também me abrangem e me causam muita apreensão. As mexidas que o governo socialista gerido pelo primeiro-ministro José Sócrates tem levado a cabo e as que estão na agenda como aspectos a concretizar a curto prazo, trazem preocupações mil ao povo português - que não é excepção, socialmente falando, em relação à maioria dos povos tidos como “terceiro mundistas” –
sobressaindo, no que estou a referir, a esperteza do senhor secretário de Estado adjunto da Indústria e Energia e Inovação – de sua graça de baptismo António Castro Guerra, até agora desconhecido do povo mas cujo nome ficou gravado nas massas populares – pelo simplíssimo facto de culpar os consumidores pela anunciada subida de 15,7 por cento no preço da electricidade. Uma anedota que tanto pode dar para rir como para chorar… A outra preocupação é a questão que respeita ao referendo sobre a DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO
Um assunto que se arrasta desde 1998 e que, ao que tudo indica, volvidos 8 anos, vai ser, finalmente, decidido com um “sim” da maioria. E por que não? Quantos serão os casos em que mulheres violadas ou em situações de miséria – e sei lá em quantas mais poderão se encontrar – que obrigam a cometer crimes graves de parirem sem apoio médico e a abandonarem - ou até a assassinarem os fetos por não terem condições de manterem a sobrevivência ou, quem sabe, por outras razões, como, por exemplo, o não quererem que se saiba e recorrem ao aborto clandestino onde, quantas vezes, as coisas correm mal... e quantas outras situações ocorrem...
Interrupção de gravidez é evitar a sua progressão, e , aborto, é o acto de abortar –que obviamente, terminou com a gravidez. Mas o CDS-PP não interpretou as coisas assim e absteve-se de votar, enquanto o PS, PSD e BE votaram a favor. PCP e Os Verdes, votaram contra, por entenderem que este é um problema que impunha a mudança da lei sem recurso a referendo.
Num país – neste caso Portugal a que me refiro – onde vozes se levantaram no “tempo da outra senhora” com razões de sobra e, também, por dá cá aquela palha… é de estranhar que só meia dúzia de pessoas tenham coragem de dar a cara para combater abusos de gestão, que constituem prejuízos elevados para a classe abaixo da média e média, que usufrui pensões, reformas e ordenados que mal dão para ter-se um abrigo e alimentação.
Mas quem nos governa, usufruindo salários que dão para gastar numa estada num hotel, valor que dava para alimentar uma família pobre durante um mês, e a quem é de somenos importância pagar mais 10 ou 20 euros pelo consumo de electricidade, não se preocupa em olhar para este descalabro vergonhoso, ainda que tenha sido alterado para metade, eu pergunto:
Acaso o povo pediu o aval dos governos anteriores para a factura da electricidade?
Acaso algum dos governos encimados por Cavaco Silva, Guterres ou Santana Lopes e José Sócrates advertiu o povo de que estava a contrair uma dívida que o poderia penalizar no futuro?
Se todos sabemos – inclusive Presidente da República, Primeiro-Ministro e Ministro da Energia -, de quem é a culpa do deficit e quais as suas causas, com que autoridade democrática e justa, querem tirar (sonegar?) dinheiro ao povo, ganho sabe Deus com que sacrifícios?
Isto é um insulto, é fazer do povo estúpido.
sobressaindo, no que estou a referir, a esperteza do senhor secretário de Estado adjunto da Indústria e Energia e Inovação – de sua graça de baptismo António Castro Guerra, até agora desconhecido do povo mas cujo nome ficou gravado nas massas populares – pelo simplíssimo facto de culpar os consumidores pela anunciada subida de 15,7 por cento no preço da electricidade. Uma anedota que tanto pode dar para rir como para chorar… A outra preocupação é a questão que respeita ao referendo sobre a DESPENALIZAÇÃO DO ABORTO
Um assunto que se arrasta desde 1998 e que, ao que tudo indica, volvidos 8 anos, vai ser, finalmente, decidido com um “sim” da maioria. E por que não? Quantos serão os casos em que mulheres violadas ou em situações de miséria – e sei lá em quantas mais poderão se encontrar – que obrigam a cometer crimes graves de parirem sem apoio médico e a abandonarem - ou até a assassinarem os fetos por não terem condições de manterem a sobrevivência ou, quem sabe, por outras razões, como, por exemplo, o não quererem que se saiba e recorrem ao aborto clandestino onde, quantas vezes, as coisas correm mal... e quantas outras situações ocorrem...
Interrupção de gravidez é evitar a sua progressão, e , aborto, é o acto de abortar –que obviamente, terminou com a gravidez. Mas o CDS-PP não interpretou as coisas assim e absteve-se de votar, enquanto o PS, PSD e BE votaram a favor. PCP e Os Verdes, votaram contra, por entenderem que este é um problema que impunha a mudança da lei sem recurso a referendo.
Num país – neste caso Portugal a que me refiro – onde vozes se levantaram no “tempo da outra senhora” com razões de sobra e, também, por dá cá aquela palha… é de estranhar que só meia dúzia de pessoas tenham coragem de dar a cara para combater abusos de gestão, que constituem prejuízos elevados para a classe abaixo da média e média, que usufrui pensões, reformas e ordenados que mal dão para ter-se um abrigo e alimentação.
Mas quem nos governa, usufruindo salários que dão para gastar numa estada num hotel, valor que dava para alimentar uma família pobre durante um mês, e a quem é de somenos importância pagar mais 10 ou 20 euros pelo consumo de electricidade, não se preocupa em olhar para este descalabro vergonhoso, ainda que tenha sido alterado para metade, eu pergunto:
Isto é um insulto, é fazer do povo estúpido.









O SPORTING, não conseguiu mais do que um golo frente ao ESTRELA DA AMADORA, ao jogar em campo alheio, no Estoril. A oposição dos comandados por Daúto Faquirá, assente em excelente condição física, força anímica em pressing constante e, até num rigor táctico razoável - aliado a alguma técnica individual de alguns dos jogadores-, não deu espaços para que os rapazes de Paulo Bento conseguissem um resultado mais amplo. Com grandes dificuldades em levar a bola para a grande área adversária, viu-se o guarda-redes amadorense a jogar como quarto defesa, fóra da sua jurisdição e, num alinhamento que Liedson não apreendeu para evitar inúmeros foras-de-jogo - lástima - que o impediu de aproveitar entregas que enunciavam hipóteses de concretização de golo. Por outro lado, Carlos Martins, não deu as certezas a Paulo Bento que ele tanto esperava. Precipitado, trapalhão e apenas força muscular, não serviu a equipa. Baralhou tudo em momentos de fácil solução. Precisa de muito treino para saber equilibrar a força com habilidade, se quiser ser de facto o homem ideal para ser titular neste promissor Sporting.







Jogando em casa venceu o 15º classificado do campeonato - seria um escândalo que punha Fernando Santos na corda bamba, caso não ultrapassasse o adversário. Felizmente para todos os benfiquistas venceu (sem convencer) e, ainda com um jogo a menos, subiu para o oitavo lugar, a 5 pontos do líder FC Porto, que serão 8 caso os portistas saiam vitoriosos de Braga. Resultado de 4-1, com 1-1 ao intervalo, regista um golo de penálti (Simão converteu) e um belo golo de Nuno Gomes (cabeceamento perfeito) no aproveitar de uma centro milimétrico de Rui Costa. Bonito!



No país onde se apregoa aos sete ventos que luta pela liberdade, refiro-me aos Estados Unidos da América, a pena de morte existe. Mas o presidente Busch e seus apaniguados - com as balelas de luta contra o terrorismo - continuam impunes pela execução de seres humanos além dos que são executado por sentenças dos triubunais americanos. esta é uma outra forma de sentenciar e matar, sem culpa formada, inocentes noutras parcelas do Mundo onde pela força das armas interferem sem que os povos o tenham solicitado: Afganistão, Congo Belga, Katanga, Angola, Vietname, Iraque... etc... e o que ainda estão a preparar. Isto não serão crimes violentos?


O Sporting venceu por 2-0 na Vila das Aves e isolou-se no segundo lugar da Liga, com nove pontos, menos três que o comandante FC Porto. Alecsandro, o brasileiro recém contratado pelos lisboetas, estreou-se a marcar pelos leões, com um golo de belo efeito, aproveitando o centro milimétrico de João Moutinho, aos 14 minutos. Tonel confirmou a vitória a escassos minutos do fim da partida, tranquilizando a equipa numa altura em que os adversários estavam nervosos à procura do golo de honra. Os três minutos de acréscimo dados pelo árbitro não chegaram para alterar o resultado final. 

















