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quinta-feira, novembro 13, 2008

TEMPO DE POESIA
com CECÍLIA VILLANOVA

Não sou poeta. Acontece poesia em minha vida em momentos muito especiais e gerados por sentimentos que impulsionam actos, quem sabe enganadores. Isto acontece-me com uma certa frequência, e, no dia em que alguém que me foi querida, me dedicou uma poesia e eu tentei corresponder, aconteceu POESIA! Eu, que até aí, entendia poesia uma estopada só pela "chatice" de procurar rimas ajustadas ao que eu sentia dentro de mim e meus saberes me impediam de acertar métricas...só não odiei poesia, porque não sou pessoa de rancores. Não dá comigo? Reduzo-me à minha insignificância e fico-me no recôndito, pensativo. Estava enganado. Redondamente enganado. Aquela pessoa teve a generosidade de me ensinar que poesia não é "escrava" de métricas nem de rimas. É espontaneidade. Sentimentos... dizer o que a alma nos dita na expressão de amor ou revolta. Explicação singela, mas suficiente para eu, de quando em vez, me armar em poeta e desatar a fingir poesia. Ora reparem aí mais abaixo, num post onde poesia é palavra de ordem.Hoje, num cantinho onde raramente me apresento e nem sei como deu para entrar por lá, recebi de Cecília Villanova, que não conheço pessoalmente, um convite para ler uma entrevista que concedeu a um site muito giro e, sem dúvida, de conteúdos culturais valiosos. Estive lá de visita e fiquei agradecido à Cecília por essa oportunidade. E não só... entendi oferecer aos meus visitantes o conteúdo dessa entrevista, por uma única razão: a juventude de CECÍLIA revela-se um belo incentivo para despertar sensações e quereres no Universo Poético Brasileiro, dignos de serem conhecidos e divulgados com paixão por valores ímpares que ressaltam das palavras simples, testemunho da humildade que valoriza as pessoas.Aqui, por respeito da autoria, fica a introdução da referida entrevista que, mais abaixo tem um link que possibilitará a leitura integral. E, olhe: aproveite e viaje no site. Tem muito que se lhe dia e vale a pena. Boa Viagem. Obrigado Cecília

Cecília Villanova nasceu em Caruaru-Pe em 1979. Aos dois anos de idade vem morar no Recife, onde até hoje reside. Começou a escrever aos 14 anos e aos 16 começa a freqüentar os recitais do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco, que surgiu no começo dos anos 80. Foi publicada em vários jornais alternativos de poesia, tais como: Balaio de Gato, Lítero Pessimista (onde foi co-editora em sua sétima edição), Poesia e Cia, Caos, entre outros. Co-autora dos folhetos Curtíssimo, Curta Poema e 2 em 1 Poemas. Autora dos folhetos Poetimargem e Poemas. Participou do CD independente Vários Poemas Vários - 25 Poetas Contemporâneos 1965-1999. Em 2003 publicou seu primeiro livro de poemas: Armazém Poético e está inserida na coletânea poética Marginal Recife III, Publicada pela Fundação de Cultura da Cidade do Recife.

LEIA AQUI A ENTREVISTA



domingo, novembro 09, 2008

Desabafos
de amor


Enquanto o tempo passa...
lento e sempre imparável,
Enquanto esperamos por saber
Saber quando o enquanto nos esconde
Escondemos nós as verdades de amor
que nos atormentam
magoam
deixam esperanças
de novos momentos
de sofrimento ou de prazer sem fim.
Como é bom saber que estás bem
meu amor, minha vida, minha paixão !
Foi Deus que ditou este desabafo poético.
Aproveite, enquanto... e clique Lindo!

quarta-feira, setembro 05, 2007

SARAU DE POESIA

ENCONTRO DE POETAS ABRALIANOS
NO LAR DE S. JOSÉ EM ALMEIRIM

Com o apoio de Celso Brasil e ABRALI

Organizado pela poetisa Arlete Piedade, membro literário do Projecto Cultural Abrali, e cônsul de Poetas del Mundo em Santarém, realizou-se no passado dia 25 de Agosto, um animado convívio em Almeirim (perto de Santarém - Portugal), no Lar de S. José, pertença da Santa Casa da Misericórdia daquela cidade, famosa pelos seus produtos agrícolas de qualidade, entre os quais se destaca o melão e o vinho.
Este encontro teve como finalidade principal, a solidariedade com os idosos que ali estão acolhidos, proporcionando-lhe uma tarde diferente em que se destacaram a poesia, fados e um grupo de canto – coral, composto de doze animadas cantoras vindas expressamente de Sagres no Algarve das quais se destacou a sua maestrina a também poetisa, Suzete Duarte.
Veja a rectrospectiva do evento. Não precisa convite. Bast clicar aí nesse link
Esta é uma iniciativa merecedora da mais profunda divulgação, dados os objectivos altruístas que a motivaram. Oportunamente aqui divulgaremos na íntegra quanto revestia a iniciativa. Arlete Piedade é, pela trajectória de uma vida onde as vertentes culturais sempre se evidenciaram desde logo, mesmo ainda quando seus méritos profissionais em seguros eram reconhecidos.
Faça uma visita ao sítio especial de ARLETE PIEDADE - A FADA DAS LETRAS - e delicie-se no mundo da poesia contemporânea, insuspeita, verídica e repleta de mensagens de amor.

Leia -----AQUI A FADA DAS LETRAS
---> AQUI