quinta-feira, agosto 13, 2009
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quinta-feira, agosto 28, 2008
“Vença quem vencer as eleições
a vitória é de todos os angolanos”
O Presidente da República, JOSÉ EDIARDO DOS SANTOS, afirmou ontem, no Huambo, que no próximo dia 5 de Setembro os angolanos vão mostrar ao mundo que em África também há eleições livres, justas e transparentes. Discursando para cerca de cem mil pessoas concentradas no Largo Dr. Agostinho Neto, na cidade do Huambo, o Presidente José Eduardo dos Santos considerou que a vitória nas eleições legislativas será de todos os angolanos, independentemente de quem vença.
quarta-feira, agosto 20, 2008
HUAMBO - O RENASCER III
A principal avenida do Huambo
Cinema Ruacaná, Hotel Roma e Nova York
são imóveis já recuperados e em pleno funcionamento
O Huambo cresceu consideravelmente. As nossas estradas estão reabilitadas, as nossas casas também estão a ser reabilitadas, o Huambo cresceu e vai crescer mais ainda", atesta Odete Lucas, 32 anos, técnica da Acção de Desenvolvimento Rural e Ambiente, uma ONG angolana. "Passei aqui o tempo de guerra e pensava que não era possível desenvolver o Huambo. Actualmente, estou a ver que é possível."
HUAMBO - O RENASCER II
Largo Agostinho Neto
(Ex.Norton de Matos)
Edifício das Finanças e dos Correios
A modernidade implantada patenteada pelas antenas de comunicações
Onde havia ruínas apareceram casas, nas artérias bombardeadas alisou-se o asfalto, da obscuridade fez-se luz e o Huambo, palco de um dos mais violentos episódios da guerra civil de Angola, ressuscitou. Em apenas três anos, uma das cidades mais destruídas do país renasceu na forma de um estaleiro em grande escala, em que além das obras no espaço público, arruamentos e passeios se incentivou, com subsídios estatais, a recuperação de habitações.
HUAMBO - O RENASCER
Edifício do Comissariado (Largo Agostinho Neto)
Angola. Palco de um dos mais violentos episódios da guerra civil angolana, o Huambo está a renascer na forma de um estaleiro em grande escala. Estradas, edifícios e serviços estão a ser recuperados e o 'boom' do sector da construção está a servir de alavanca para recuperar tudo o resto. (Lusa)






