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sexta-feira, outubro 16, 2009

ELEGÍVEL
CANDIDATO
CONCORRENTE


A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Este texto é dos melhores registos de língua protuguesa que eu tenho lido sobre a nossa digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira
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Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulaçãoaspiraçãoou candidatura a Presidente da Câmara deste Município

- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa?

- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.

De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e entre arrotos ripostou:

- Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasca (hic). E com todo a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu!


quinta-feira, setembro 11, 2008

Dizer as verdades
à MODA DO MWANGOLÉ


SABER DEMOCRACIA
Posted: 10 Sep 2008 02:44 AM CDT
em "Pensar e falar Angola"
Texto: FIGUEIREDO FERNANDES
Pois é. Estava eu na disposição de nem sequer comentar as eleições em Angola por pensar que há, neste Planeta global, muitos mais críticos com disponibilidade para o fazerem do que este comum dos mortais. No entanto como homem nascido no Huambo, amando o meu País, tendo Angola como minha eterna namorada não podia deixar em claro tão importante acontecimento e as consequentes declarações que alguns produziram a seguir.
Não vou perder tempo com a verborreia de discurso de um senhor João Soares, inimigo de Angola há muito tempo, mau perdedor, e que penso há muito deveria estar afastado de cena política. Não conseguindo convencer os portugueses pensa que consegue enganar os angolanos e há anos que vem somando dissabores pois os galos que vai encontrando pelo caminho voam baixinhino e, por vezes, muito baixo, deixando esta figura mascarada de democrata, servindo-se do nome do pápá, numa triste situação de perdedor militante. Se tivesse um pingo de vergonha dedicava-se a coleccionar selos de povoamento das antigas colónias portuguesas.
Descanse Dr. João Soares e aproveite para relaxar.
O que me leva a mostrar a minha indignação sobre este tempo terá que estar relacionado com os imensos debates que se foram produzindo em alguns órgãos de comunicação social de Portugal e que me deixaram a olhar o céu. Não andando distraído, sabendo que o grupo Balsemão não morre de amores por Angola, penso que houve momentos de "glória" nos comentários e análises que se foram produzindo. A mais ridícula, hilariante e intelectualmente desonesta surgiu de um homem do Huambo, escritor e com ideias de grande pensador, José Eduardo Agualusa. Os comentários que foi produzindo na SIC Notícias são de levar às lágrimas. Este jovem turco não se coibiu, perante toda a realidade, dizendo-se "conhecedor" da realidade angolana e até da corrupção, de afirmar que não se sabia quem ía ganhar as eleições em Angola e que se esperava uma grande surpresa. E a partir daqui foi um chorrilho de asneiras com ataques ao Governo e ao partido maioritário, como se o Governo de Angola e o MPLA lhe devessem alguma coisa. Só faltou falar de novo de Agostinho Neto. O homem não anda distraído, é mal intensionado e de Angola percebe o que vai lendo e "olhando". O Governo de Angola e o MPLA precisam de uma boa dose de paciência para ir aturando os carregamentos de Água do Luso que lhe vão colocando nas fronteiras. Estava na altura de os angolanos também terem uma grande dose de paciência, como o fizeram no dia das eleições, esperando ordeiramente, civicamente, democraticamente, apesar das faltas e dos erros das entidades eleitorais, para deixarem de dar a ganhar a estes jovens eduardos milhares de kwanzas que eles depois esbanjam na Europa a produzirem lixo.
Não devo deixar passar em claro as contradições, as asneiras e a falta de pensamento político e de análise da representante europeia às eleições angolanas, da deputada portuguesa Ana Gomes (já terá provado em Portugal quantos voos da CIA utilizaram o espaço aéreo português na guerra do Golfo?), e de muitos outros velhos do Restelo que continuam a olhar para Angola com os olhos do paternalismo para não lhe chamar um nome que na minha adolescência se utilizava muito a este tipo de atitude, NEOCOLONIALISMO.
Perante África e o Mundo, Angola deu uma lição de saber estar, saber fazer e saber democracia. Assim o grande vencedor das eleições angolanas, o MPLA, saiba tirar partido da confiança que o povo angolano lhe colocou nas mãos. Os meus parabéns aos outros partidos angolanos, incluindo a
UNITA (que diferença de posicionamente relativamente a tempos anteriores!), que souberam colocar os interesses eleitorais acima dos interesses individuais a favor da PAZ



quarta-feira, setembro 10, 2008

Fernando Fragoso Correia
enviou ESTA NOTÍCIA para MEUS ESCAPES

Comentário do remetente:

LEIA E DE UMA VEZ POR TODAS GANHE CONSCIÊNCIA DA REALIDADE ANGOLANA. O tal "país governado por criminosos", onde a "fome é gritante", imagine-se, fez eleições e o MPLA VENCEU, eleito pelas vítimas e pelos esfomeados... Os "vende pátria" já não têm mais argumentos depois desta retumbante vitória: SIC,PÚBLICO, EXPRESSO e seus apaniguados jornalistas... ficaram a roer as unhas...

África 21 - DF
08/09/2008 - 20:30

Eleições

Oposição reconhece vitória do MPLA
e União Européia elogia o pleito

Inicialmente, a oposição havia apontado graves irregularidades e exigido a repetição do pleito, algo que a comissão eleitoral rejeitou por falta de provas de irregularidades.

Da Redação com agências internacionais

Luanda - A Unita (União Nacional pela Independência Total da Angola, maior partido da oposição) reconheceu nessa segunda-feira, 8, a ampla vitória do MPLA nas eleições parlamentares da semana passada.

Inicialmente, a oposição havia apontado graves irregularidades e exigido a repetição do pleito, algo que a comissão eleitoral rejeitou por falta de provas de irregularidades.

A missão de observação eleitoral da União Européia declarou nessa segunda-feira em Luanda que as eleições parlamentares celebradas na sexta e no sábado passado em Angola foram "livres e transparentes" e ocorreram sem registro de violência ou de intimidações.

O MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) governa o país há 33 anos, desde o fim do colonialismo português. A última eleição aconteceu em 1992, e este é o primeiro pleito desde o fim da guerra civil, em 2002.

"A liderança da Unita aceita os resultados da eleição e congratula o MPLA", disse o dirigente Isaías Samakuva.

Com mais de 80 por cento dos votos apurados, o MPLA lidera com cerca de 82 por cento, contra apenas 10 por cento para a ex-guerrilha Unita.

O MPLA lidera em todas as 18 províncias e tem chance de conseguir uma bancada de pelo menos 77 dos 220 deputados, o que lhe permite alterar a Constituição.
Leia mais e entenda a verdade angolana. Atente na opinião internacional generalisada.

Artigo Expresso, enviado por ema@hotmail.com.


Poderá ler o artigo no seu formato original em:
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/402801
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Angola/Eleições:
MPLA faz declaração de vitória
e garante que vai cumprir programa eleitoral

Luanda, 10 Set (Lusa) - O MPLA fez hoje a sua declaração de vitória nas eleições legislativas de sexta-feira, afirmando que "o povo angolano exprimiu livremente" a sua vontade e garantindo que vai cumprir o programa de Governo que apresentou.

Luanda, 10 Set (Lusa) - O MPLA fez hoje a sua declaração de vitória nas eleições legislativas de sexta-feira, afirmando que "o povo angolano exprimiu livremente" a sua vontade e garantindo que vai cumprir o programa de Governo que apresentou.
Esta declaração, emitida pelo bureau político do MPLA e lida pelo seu vice-presidente Pitra Neto, refere também que o povo angolano "elegeu democraticamente" o MPLA para formar Governo e aponta a garantia do partido de que vai continuar "energicamente empenhado na realização de programa de Governo que submeteu ao voto popular".
A leitura do texto surge cinco dias após a realização do escrutínio em Angola, menos de 24 horas depois de a Comissão Nacional Eleitoral ter divulgado os últimos resultados provisórios, segundo os quais o MPLA mantinha uma liderança folgada de mais de 80 por cento dos votos contados contra os cerca de 10 por cento do principal partido da oposição, a UNITA.

Histórico!
Hegemonia
MPLA








COMENTÁRIOS?
SERÁ MESMO PRECISO ? ...
SERÁ QUE FICARAM CONVENCIDOS ?
DE UMA VEZ POR TODAS ?



domingo, setembro 07, 2008

A SEMANA ONLINE:
vous a envoyé un article




O MPLA lidera, com mais de 80 por cento, a contagem dos votos nas eleições legislativas de sexta-feira. A UNITA, o segundo partido mais votado, perde mesmo no Huambo, na Huíla e no Bié, províncias tidas no passado como seu bastião politico.

De acordo com a Angop, o MPLA vai na frente da contagem de votos das legislativas de sexta-feira, com 2.532.282 (81,65 porcento), conforme projecção de resultados provisórios de hoje, domingo, contra 329.505 (10,59 porcento) da UNITA. Estes dados, diz aquela agência, foram colhidos até às 07h45 locais e ao longo do dia serão actualizados, com tudo a apontar para uma clara vitória do MPLA.

Nos primeiros resultados provisórios apresentados às zero horas deste domingo, o MPLA obteve um milhão 738 mil 208 votos (81,73 porcento), a UNITA - 223 mil 939 votos (10,53 porcento), PRS 66 mil 147 votos (3,11 porcento) e FNLA - 24 mil 525 votos (1,15 porcento).

E, ao que tudo indica, a possibilidade de haver a repetição das eleições em Luanda, devido à desorganização que se verificou na sexta-feira neste que é o principal círculo eleitoral de Angola, conforme reclamação da UNITA e outros partidos da oposição, está descartada. A ideia é refutada por vários sectores da sociedade angolana, para quem os problemas surgidos na sexta-feira foram corrigidos com o “prolongamento” da votação ontem, sábado, conforme o previsto pela lei.



Oiça...
Canção para Angola



sábado, setembro 06, 2008

JOÃO MELO, filho de um dos nomes inesquecíveis da revolução do povo angolano ao lado do seu braço armado o MPLA, jornalista de mérito, assim como treinador do "Catetão", ele mostra bem os valores herdados de seu Pai:
ANÍBAL DE MELO.
Sobre as eleições e a falha em Luanda, ontem, nas primeiras horas, são por ele analisadas em
ÁFRICA'21
As eleições de 5 de Setembro em Angola decorreram de maneira praticamente irrepreensível, mas, em Luanda, problemas logísticos impediram a conclusão do processo. A Comissão Nacional Eleitoral decidiu, de acordo com a lei, prolongar a votação em 320 assembleias de voto durante este sábado.
LEIA MAIS AQUI

sexta-feira, setembro 05, 2008

Ex-dirigente da Unita
Fátima Roque
diz que vai votar no MPLA

A economista fez essa declaração à reportagem da Televisão Pública de Angola (TPA), à margem do comício de encerramento da campanha eleitoral do MPLA, realizado quarta-feira, 3, em Luanda.
Carlos Severino, Revista África 21Luanda - A economista Fátima Roque, uma das mais importantes dirigentes da UNITA até muito recentemente, disse que vai votar no MPLA nas eleições legislativas desta sexta-feira, 5 de Setembro.Ela fez essa declaração à reportagem da Televisão Pública de Angola (TPA), à margem do comício de encerramento da campanha eleitoral do MPLA, realizado quarta-feira, 3, em Luanda.Fátima Roque, que era amiga pessoal do ex-líder da UNITA, Jonas Savimbi, chegou a pertencer ao Comité Político Permanente da organização. Antes da eleição de 1992, era cotada como possível ministra da Economia de Angola, caso a UNITA vencesse a disputa, que acabou por perder para o MPLA. Ela foi casada com o banqueiro Horácio Roque, do Banif, que foi um dos principais financiadores da UNITA durante a guerra contra o governo angolano.Durante este mês de campanha, terminada, quarta-feira, perto de um milhar de militantes e outras figuras da UNITA aderiram ao MPLA ou apelaram ao voto no partido no poder, em todo o país. Entre eles, contam-se responsáveis do partido, deputados, vice-ministros e administradores municipais e comunais.Antes de Fátima Roque, outra figura de destaque da UNITA que já tinha apelado ao voto no MPLA tinha sido o deputado Jorge Valentim, um dos co-fundadores da organização, muito influente na área do Lobito e Benguela.Pesquisas referidas há dias pelo portal brasileiro Portugal Digital aventam a hipótese de uma vitória do MPLA por maioria qualificada. (Fonte: AFRICA21)



Os pesadelos da
UNITA
(Crédito: ANGOLA DIGITAL)
Foi um pesadelo para Isaías Samakuva. O ex-vice-ministro da Comunicação Social do GURN, Graciano Tulumo, indicado pela UNITA, abandonou o partido e no “comício das multidões”, no bairro Benfica, no Huambo, apelou ao voto no MPLA, porque, afirmou, “a UNITA nunca foi capaz sequer de liderar a oposição”.
Se as eleições não chegam rapidamente, a UNITA pode deixar de ser o segundo partido em Angola. No mesmo comício, o deputado da UNITA, Mwanza Wa Mwanza, acompanhou o ex-vice-ministro Graciano Tulumo no apelo ao voto no MPLA. O responsável provincial pela Informação da UNITA no Bié, José Pedro Donana Diniz, abandonou o partido do Galo Negro, acompanhado de mais 70 quadros e militantes. Um dia que Isaías Samakuva tão cedo não esquece. Até porque, enquanto os pequenos partidos tudo fazem para ganhar visibilidade junto do eleitorado nos grandes centros urbanos, o presidente da UNITA anda perdido numa campanha porta a porta no interior da Huíla. Ngola Kabangu, no Huambo, atirou a toalha ao chão e disse que a FNLA vai ser o primeiro partido a assumir a derrota e a felicitar os vencedores. Pelo meio foi dizendo que o boletim de voto favorece o MPLA e, por isso, apresentou queixa à Comissão Nacional Eleitoral. Pelo menos Kabangu não confunde jogadores com árbitros. Mas ninguém percebe porque razão está a colaborar com a UNITA para denegrir o processo eleitoral e dar combustível aos habituais detractores de Angola. A campanha dos pequenos partidos está cada vez mais “fria”, embora o PRD esteja feliz com a sua capacidade de mobilização e fale em “formigueiros renovadores” à volta do partido.
O PAJOCA, em vez de assobiar para o lado e esquecer a operação “mãos livres”, insiste em justificar o injustificável e agora vem dizer que David Mendes quis que a Polícia Fiscal fizesse o papel do Banco Nacional de Angola e autorizasse a “transferência”, de mãos livres, ali mesmo no aeroporto. Ridículo. Mas pior é David Mendes ameaçar a Polícia Fiscal e o Jornal de Angola com acções judiciais.

quarta-feira, setembro 03, 2008

Charge

CAMPANHA NO LOBITO
DE APOIANTES
DO MPLA, no PODER

A cidade do Lobito, uma lingua de areia no prolongamento da cidade de Benguela, tem uma zona onde a água favorece a presença de flamingos, muitos flamingos que oferecem aos fotógrafos e amantes da poesia, motes para imagens e poemas lindos. A que aqui deixo, é uma montagem de promoção ao MPLA, que demonstra a UNITA - partido da oposição -, com o seu símbolo tradicional o galo, a caminhar sob muletas... charge engraçada e nada ofensiva que retirei do mail que me foi enviado por "Pensar e falar de Angola".

domingo, agosto 31, 2008

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quinta-feira, agosto 28, 2008



Vença quem vencer as eleições
a vitória é de todos os angolanos”

Parabéns Huambo!
Huambo: Cidade Vida!
-Carlos Pereira-
O Presidente da República, JOSÉ EDIARDO DOS SANTOS, afirmou ontem, no Huambo, que no próximo dia 5 de Setembro os angolanos vão mostrar ao mundo que em África também há eleições livres, justas e transparentes. Discursando para cerca de cem mil pessoas concentradas no Largo Dr. Agostinho Neto, na cidade do Huambo, o Presidente José Eduardo dos Santos considerou que a vitória nas eleições legislativas será de todos os angolanos, independentemente de quem vença.
Leia a reportagem completa da visita do Chefe de Estado ao Planalto Central, da autoria de Samtos Vilola, do Jornal de Angola.

JORNAL DE ANGOLA - ONLINE



domingo, agosto 24, 2008

Eleições
angolanas




É MESMO O MELHOR VOTO.
GARANTE FUTURO RISONHO A MÉDIO PRAZO!NÃO ABRE A PORTA A AVENTUREIROS!
(Foto copiada na Internet)


sábado, maio 10, 2008

Eleições em Angola