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quarta-feira, dezembro 17, 2008

Sapatada

No início da sua gestão, Bush se ufanava de como quase que toda América Latina e Caribe seguia o consenso de Washington, e de como os iraquianos agradeciam ás tropas dos EUA por libertar seu país dando sapatadas nas estátuas de Hussein. Para se despedir do seu mandato Bush foi até o Iraque onde foi recebido com uma sapatada. Isso demonstra a fraqueza dos ocupantes tanto em apoio popular quanto na segurança. Para muitos não é um terrorista o atacante que poderia muito bem tê-lo matado, pelo contrário vêem com alguma simpatia seu protesto. Porém, tem duas piores sapatadas que Bush vem recebendo no seu próprio continente. No norte tem se convertido no presidente mais impopular que já tenham registrado as sondagens de opinião. Ao sul de sua fronteira ele veio conseguindo que a maioria de América latina e Caribe tenha elegido governos que se proclamam de uma ou outra forma de esquerda e que Cuba venha logrado ampliar seu grupo de aliados e romper o cerco.Hoje está preste a acontecer o primeiro cume de América Latina e Caribe feito sem os EUA ou a Europa, o que não parece ser uma sapatada contra Bush. Porém, enquanto Bush viaja sem muita honra pelo Oriente Médio, Cuba consegue ser aceita nesse encontro. Dito conclave também mostra o interesse daquele que fora o fundo do quintal de Washington para sapatear na política mundial dançando com seu próprio lenço na mão.
Isaac Bigio Colunas de Isaac Bigio.
Tradução Livre de Walter Casas (waic22@yahoo.com)
E, a propósito de sapatada, francamente delirei com o site cujo link aqui fica para quem quiser, apreciar a forma simpática como Bush foi recebido... um delírio.

Clube dos Brutos


quarta-feira, outubro 08, 2008

Repassando

Scotland Yard em crise

Tradução: Pepe Chaves



A Scotland Yard é uma das mais prestigiosas polícias do mundo. Seus efetivos não contam com nenhuma arma de fogo nas ruas e se gabam por ter conseguido que Londres seja uma das metrópoles com menos disparos no mundo.

No entanto, a Polícia Metropolitana de Londres passa por uma de suas piores crises, criada após o dia 22 de julho de 2005, quando esta polícia se equivocou ao assassinar a queima-roupa o brasileiro Jean Menezes, pensando que fosse um terrorista.

A cada julgamento que se deu sobre esse caso deixou em maus lençóis a dita força policial, porém, no dia 22/09 se abriu o maior processo de todos. Na quinta-feira o comissário Sir Ian Blair renunciou (coisa que não tinha se passado antes com nenhum chefe da Polícia Metropolitana em 90 anos) e depois a associação das polícias decretou um boicote a sua própria força chamando a todos os possíveis recrutas que vinham de minorias étnicas a não entrar para a corporação.

O novo prefeito pediu uma investigação a fundo sobre o racismo dentro da polícia. Faz 10 anos um reporte oficial sugere reformar o que chamou de uma força ‘institucionalmente racista’.

Menezes, um irregular imigrante latino-americano que foi morto ao ser confundido com uma bomba humana, terminou se convertendo numa bomba social.