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quinta-feira, abril 23, 2009

Deu-lhe a louca!

PEPE
torna-se estrela da Internet



A estrela de Internet pelas piores razões, é o central luso-brasileiro com o vídeo das sua agressões a Casquero e Albin, do Getafe, durante um jogo da Liga espanhola a ser um dos mais vistos no Youtube. Segundo a imprensa espanhola, as notícias sobre a agressão do defesa do Real Madrid foram as mais lidas e muitos internautas colocaram "online" imagens das agressões. No Youtube, o popular site de vídeos, as imagens foram vistas por mais de meio milhão de internautas. Na Wikipedia, uma enciclopédia online actualizável pelos utilizadores, a biografia do jogador foi alterada, com expressões insultosas. A fotografia do jogador foi substituída pela imagem de um macaco, o seu nome foi alterado para Képler Macaco Violento Laveran de Lima, e refere que um dos feitos de Pepe foi "fracturar a perna a 32.406 futebolistas". Entretanto, os gestores da Wikipedia acabaram por retirar estas informações do site. No Facebook, uma rede social bastante popular na Internet, continuam a surgir mensagens contra o comportamento do jogador luso-brasileiro, que se estreou ao serviço da selecção portuguesa frente à Finlândia, em Novembro de 2007. Aos 87 minutos do jogo de terça-feira à noite, da 32ª jornada do campeonato espanhol, quando o marcador registava um empate a dois golos, Pepe cometeu falta para penalti sobre Casquero, pontapeu-o duas vezes, foi expulso e, enquanto os companheiros tentavam encaminhá-lo para fora do relvado, ainda agrediu Albín com um murro. Na conversão do penalti, o próprio Casquero permitui a defesa a Iker Casillas e Higuain, já em período de compensação, fez o 3-2 para o Real Madrid. O jogador, que hoje em entrevista ao jornal Marca admitiu mesmo a hipótese de abandonar o futebol, deverá conhecer sexta-feira o seu castigo, que não será inferior a seis jogos de suspensão.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Repassando

Scotland Yard em crise

Tradução: Pepe Chaves



A Scotland Yard é uma das mais prestigiosas polícias do mundo. Seus efetivos não contam com nenhuma arma de fogo nas ruas e se gabam por ter conseguido que Londres seja uma das metrópoles com menos disparos no mundo.

No entanto, a Polícia Metropolitana de Londres passa por uma de suas piores crises, criada após o dia 22 de julho de 2005, quando esta polícia se equivocou ao assassinar a queima-roupa o brasileiro Jean Menezes, pensando que fosse um terrorista.

A cada julgamento que se deu sobre esse caso deixou em maus lençóis a dita força policial, porém, no dia 22/09 se abriu o maior processo de todos. Na quinta-feira o comissário Sir Ian Blair renunciou (coisa que não tinha se passado antes com nenhum chefe da Polícia Metropolitana em 90 anos) e depois a associação das polícias decretou um boicote a sua própria força chamando a todos os possíveis recrutas que vinham de minorias étnicas a não entrar para a corporação.

O novo prefeito pediu uma investigação a fundo sobre o racismo dentro da polícia. Faz 10 anos um reporte oficial sugere reformar o que chamou de uma força ‘institucionalmente racista’.

Menezes, um irregular imigrante latino-americano que foi morto ao ser confundido com uma bomba humana, terminou se convertendo numa bomba social.