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segunda-feira, dezembro 15, 2008

LUANDA-CAPITAL DE ANGOLA

(Foto retirada do site SKYSCRAPER City)

Minha terra, minha infância! Aí cresci até onde vivi anos que me permitiram passear, namorar, trabalhar e pescar nessas águas da baía de Luanda, na marginal. Hei-de lá voltar para ficar. De lá saí por necessidade familiar de desanuviar, 15 anos de estada sob pressão em circunstância de terrorismo imposto pela Unita, no Planalto Central, onde exercia minhas funções e vivia com minha Família. Meus Amigo sabem e me respeitam e ainda hoje estou, profissionalmente ligado à Rádio angolana. Uma forma de esticar o cordão umbilical na natalidade geográfica.


domingo, novembro 23, 2008

ANGOLA



quinta-feira, maio 22, 2008

LUANDA SINGULAR

A EFICÁCIA DOMINANDO O CAÓTICO

Luanda, capital de Angola, está mesmo um balanço!
Esta cena, filmada em Luanda, num cruzamento de quatro sentidos, onde não há segundo algum no tempo de serviço do sinaleiro, ante o caótico trânsito. para descansar um pouquito, deixa-nos adivinhar a realidade. Carros, carrinhas, camionetas motos, peões, tudo em sentidos que levam a todos os recantos de uma cidade que hoje, em relação ao tempo colonial, tem 10 vezes mais de população, carros aos montes, e sempre a andarem (lá, o litro da gasolina custa 0,50cts), no geito peculiar dos angolanos.
Não perca os pormenores dos gestos de comando do sinaleiro, formado nessa função onde a eficiência se apura com mais requinte do que os modernos semáforos...
Ai Luanda, Luanda... de sinaleiros espectaculares!


sábado, março 29, 2008

LUANDA
terra minha


Após a independência de Angola, o país continuou a sofrer a destruição encetada pela UPA, FNLA e UNITA - então apoiados pelo Congo de Mobutu, Estados Unidos da América, China, Portugal e África do Sul, na efémera ganância de derrubar o MPLA, então presidido por Agostinho Neto -, e continuou porque, principalmente, a UNITA, liderada por Jonas Savimbi, primeiro com actos terroristas, depois com guerrilhas e, ultimamente, mais com um tipo de Guerra Civil, destruiu tudo o que teve na mira, sem olhar, seriamente, para o que estava a fazer.
E, hoje, Angola ainda mostra as feridas causadas. A reconstrução do país está em curso notando-se o esforço que o governo desenvolve nesse sentido, nesse território imenso. A destruição foi imensa. A capital, Luanda, não sofreu danos dessa guerra - a que teimosamente, se entendeu chamar de Civil -, mas durante os anos de subversão de uma das etnias a que Savimbi pertencia -, a capital viveu sempre em paz (vigilante) e só após a morte do “vendedor da Pátria” apanhando pelas FAPLA, a reconstrução da minha terra natal, ganhou uma dimensão impressionante, sendo uma atracção para algumas das maiores empresas mundiais (e não só...) de contrução civil. Entre outras, aqui deixo mais duas fotos (origem no site da Associação dois Estudantes de Nova Lisboa) que comprovam esse crescimento impressionante, da cidade africana que, em pleno 2008, deverá ser a cidade mais ambicionada para o desenvolvimento de capitais. -

domingo, março 09, 2008


MINHA TERRA É LINDA
Luanda - cidade capital de Angola

Ainda hoje, aqui as notícias desportivas


segunda-feira, fevereiro 04, 2008


4 de FEVEREIRO (1961)
Uma data que marca acontecimentos
da maior importância

Entre quantos acontecimentos que se associam a nomes imortais, citar todos só recorrendo a uma enciclopédia. Para isso mesmo, elas existem e, felizmente, hoje a disponibilidade que a internet nos oferece, possibilita a recolha de todos os quase todos os que reformularam o Mundo outrora oprimido em Mundo nosso e mais democrático. No link que aqui deixo, subordinado a este título EFEMÉRIDES DE 4 DE FEVEREIRO poderão confirmar quanto afirmámos. E não só... Vão, certamente corrigir algum conhecimento. Por exemplo, sabia que LUIS VAZ DE CAMÕES, nasceu neste dia e não a 10 de Junho, como se propala algumas vezes? Sabia que Mahatma Gandhi é libertado após ficar dois anos preso em Bombaim. E, sabia que foi neste dia, em Luanda (capital de Angola) que um grupo de meia duzia de angolanos assaltou as cadeias governametais, no Penedo, São Paulo e atacou a Esquadra da Polícia portuguesa, na Estrada de Catete? Pois é verdade. E, eu vivi esse dia em 1961. Não hoje, mas um dia em que tenha tempo para reviver com conhecimento de causa a época em que ANGOLA ALERTOU O MUNDO para a necessidade de Portugal, na data governado pelo fascista ditador Oliveira Salazar, negociar com o MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) a Independência, penso que aqui ainda estarei para poder escrever quanto eu assiti. Simplesmente, as represálias foram severas para os angolanos. Mas, a causa revolucionária angolana venceu, lentamente, com muitas perdas e sacrifícios até ao ano de 1975, no dealbar de um Portugal democrático, graças à REVOLUÇÃO DOS CRAVOS, levada a cabo em 25 de Abril de 1974. A HISTÓRIA ainda não foi contada com todas as verdades. Mas será, um dia!



Após 32 anos de Independência... só há relativamete pouco tempo o governo angolano conseguiu concretizar objectivos de grande importância e progresso. Teve de esperara que a UNITA se convencesse que pela luta nunca venceriam. E Jonas Malheiro Savimbi, morreu. Foram muitas anos de lutas entre angolanos, com a Unita a destruir o País e a matar seus conterrâneos, que durante mais de 20 anos não deixaram o governo vencedor e eleito democráticamente pelo povo, enveredar pelos rumos hoje possíveis. A diferença do ontem para hoje, está nesta imagem em que se vêm os prédios da época da colonização e os da época da modernidade conseguida com a Independência - 11 de Novembro de 1975 -, que Agostinho Neto liderou ao lado do povo angolano.


domingo, janeiro 13, 2008

LUANDA SINGULAR

O PASSADO DESAFIADO
PELO FUTURO

Quem alguma vez conheceu Luanda, capital de Angola, na perspectiva desta imagem, reconhecerá pontos históricos - Fortaleza de S. Miguel e Palácio do Comércio -, e muitos outros que denunciaram o crescimento arquitectónico gerido por capitais de interesse particulares - Banco de Angola, Banco Comercial, etc. Hoje, o imóvel deste primeiro plano é um sinal para a revolução arquitectónica do Século XXI, já iniciada e que está a transformar a capital angolana, numa verdadeira capital independente, gerida com a abertura aos capitais não monopolistas de outrora, quando Angola estava sob o jugo colonial português.