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sábado, novembro 22, 2008

MANUEL RABELAIS
no Parlamento

O ministro da Comunicação Social, MANUEL RABELAIS, apontou ontem como prioridades do seu pelouro em 2009 a reestruturação organizacional dos órgãos públicos do sector e a sua modernização técnica e tecnológica, com vista a garantir maior eficiência e eficácia no seu funcionamento.
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(Fonte: JORNAL DE ANGOLA )


quarta-feira, julho 30, 2008

Angola

Orgãos da Comunicação Social
recebem meios de produção e transporte

Carlos Pereira com ANGOP

Os órgãos estatais de Comunicação Social da província do Huambo receberam ontem novos equipamentos técnicos e meios de transporte, para melhoria do desempenho das actividades numa zona imensa de grande cobertura informativa, num gesto levado a cabo pelo Ministério das Comunicação Social. Deste modo se encontram as razões que valorizam o desempenho de um Ministério quando a sua pasta está confiada a pessoas que, de alguma maneira conhecem, profundamente, as carências dos profissionais para o bom desempenho das missões. Neste caso está o dr. Manuel Rabelais,titular da pasta, que durante mais de 15 anos foi produtor, locutor e Director da Rádio Nacional de Angola. A Emissora Regional da Rádio Nacional recebeu três viaturas exclusivas para reportagens e uma outra equipada com um estúdio móvel, bem como um autocarro para apoio dos trabalhadores. Além desta importante medida à Rádio, também foram beneficiados de material de produção e transporte a Angop, que recebeu duas viaturas de reportagem, três motorizadas, um servidor de satélite e um telefone satélite, que permitem enviar notícias a partir de qualquer local. Foram ainda entregues à Angop equipamentos de campismo (tendas, colchões, cobertores e demais utensílios domésticos) para comodidade dos jornalistas aquando das suas deslocações ao interior da província. A TPA foi contemplada com duas câmaras e uma máquina visionadora de imagem, e o Jornal de Angola e Jornal dos Desportos receberam duas motorizadas e uma carrinha. Na ocasião, o director nacional para imprensa regional e local do Ministério da Comunicação Social, Guilherme Simões, referiu que o gesto enquadra-se no plano de desenvolvimento e modernização dos órgãos estatais, de modo a que possam desenvolver as suas actividades sem muitos constrangimentos.·O vice-governador do Huambo para o sector social e económico, Deolindo Barbosa, louvou o gesto do Ministério da Comunicação Social, tecendo palavras de encorajamento tendentes a dignificar o funcionamento dos órgãos locais.


sexta-feira, maio 16, 2008

Angola


Progresso:
Ministro MANUEL RABELAIS
visita Meios da CS, em Malange

O ministro angolano da Comunicação Social, Manuel Rabelais, esteve esta semana em Malange,em visita de trabalho de 72 horas que visou avaliar o estado actual do sector. Durante três dias de trabalho, o ministro da Comunicação Social constatou "in loco" os trabalhos de reabilitação da emissora provincial da RNA bem como visitou as delegações provinciais da Angop e da TPA que também vão beneficiar de obras de restauro.O governante deslocou-se ainda ao município de Kalandula onde vão ser erguidas duas torres para a extensão do sinal da TPA e RNA, bem como ofereceu computadores à administração municipal local.
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Campeões africanos
disputam acesso

A selecção de Angola, sénior masculina de basquetebol, detentora do título, vai disputar as eliminatórias de acesso ao próximo Afrobasket´2009, a ter lugar na Nigéria, informou hoje o secretário-geral da Federação Angolana, Tony Sofrimento. De acordo com a fonte, que falava à Angop, citando um comunicado da FIBA-África, a única selecção com a qualificação garantida é a do país anfitrião (Nigéria). O secretário-geral da FAB não explicou o motivo desta alteração, mas disse que Angola, nove vezes campeã africana, começará a "lutar" por uma vaga na competição em 2009. A selecção angolana não disputa eliminatórias de apuramento ao Afrobasket há mais de 10 anos. Depois da conquista do primeiro título (1989), seguiram-se os troféus de 91, 93, 95. Em 1997 a marcha vitoriosa dos angolanos foi interrompida ao perder nas meias-finais no Senegal frente aos anfitriões. Em 1999, 2001, 2003, 2005, 2007 veio ao de cima a hegemonia do basquetebol angolano, com a conquista desses cinco títulos consecutivos. Parece que alguém não gostou desta supremacia africana.

sábado, março 01, 2008





GIRABOLA
“o seu a seu dono”

Com JORNAL DE ANGOLA
Honorato Silva

Produto de um despacho da então Secretaria de Estado da Educação Física e Desportos (SEFD), o Gi­rabola é, desde 8 de Dezembro de 1979, a competição mais nacional do país. Pelo fascínio que faz do futebol a modalidade rainha no mundo, a prova ocupa um espaço privilegiado no mosaico desportivo angolano.Baptizado antes de nascer, herdando o nome dado em 1972 ao antigo Estadual da I Divisão da Província Ultramarina de Angola, por Rui de Carvalho, uma referência do Rádio-Jornalismo angolano, o Girabola assinala este ano a sua trigésima edição.

Assinado por HONORATO SILVA, o JORNAL DE ANGOLA publicou um artigo onde se comete um lapso que, por me dizer respeito, me vejo na obrigação de aclarar, para que as coisas fiquem devidamente colocadas no seu lugar. O seu a seu dono.
O nome de GIRABOLA, foi criado num período em que dois jornalistas angolanos se empenharam em plena época colonial, em angolanizar o desporto em tudo o que pudesse eliminar nomes e termos ligados ao passado, numa perspectiva de independência que chegaria mais cedo ou mais tarde. Esses dois jornalistas foram: CARLOS PEREIRA e RUI CARVALHO. Esclarecendo: eu e o Rui. A origem vem de GIRAMUNDO, programa radiofónico da Rádio Luanda. Nós formámos um grupo coeso, que se transformou numa equipa famosa em várias frentes. Cito as mais importantes:
Rádio Clube de Angola (Bola Branca), Rádio Ecclésia (Bola Branca e Relatos), Rádio Comercial da Huila (Nocturno e Relatos) Rádio Luanda, Emissora Oficial de Angola (Primeira Mão) e, ainda, jornais A PALAVRA, O COMÉRCIO e O PLANALTO. A referida equipa era formada por José Moreira e António Rebelo (O Comércio), Abel Neves (Rádio Clube de Angola), Emídio Rangel (Nocturno – RCH), Couto Cabral (RL) e Fernando Santos (EOA, Huambo). Como elos especiais nós contávamos com os apoios de Manuel Rabelais (hoje Ministro da Informação), Hermínio Escórcio (algures pelas Embaixadas de Angola) e de outros, poucos, de pouca influência mas que de qualquer modo também se prontificaram sempre em ajudar quando deles precisámos.
Foi um período complicado. Tínhamos à perna a PIDE e alguns jornalistas que não alinharam com as nossas convicções. Lembro-me de Rebelo Carvalheira (Província de Angola e A BOLA), que, numa entrevista que fez ao treinador ANTÓNIO OLIVEIRA – na hora em que deixou de ser treinador do Mambrôa (Huambo), atacou o nosso grupo, citando o nome de Rui Carvalho, a quem apelidou, grosseiramente, de “terrorista” para encapotar alguns fracassos no Girabola. Também Oliveira Campos, não tão acentuadamente e, talvez, por estar a laborar ao lado de Carvalheira, não alinhou na descolonização do desporto angolano. Nos tempos de agora, já escreve “Girabola”… e ainda bem. Havia mais…mas nem vou perder tempo a enumerar os “lindinhos”.
Dada a oportunidade que este artigo do Honorato me concede, quero ainda deixar aqui um outro aspecto da nossa luta. Respigo uma das passagens para mostrar as alterações que fizemos aos nomes dos clubes:
O Estadual de Luanda, designação cujo espaço foi tomado pelo termo Girabola, arrancou com 12 equipas, designadamente Sporting de Luanda, Independente de Porto Alexandre, Sport Huambo e Benfica (Mambrôa), Portugal de Benguela (Coringas), Recreativo da Cáala, Lubango e Benfica (Cacholas), Futebol Clube do Moxico, Clube Desportivo Ferrovia de Nova Lisboa (Kurikutelas), Dinizes de Salazar (Diabos de N'dalatando), Sporting de Benguela e Ara da Gabela.
Destaquei entre parêntesis os nomes que nós atribuímos. Quanto à Selecção, era mesmo PALANCAS NEGRAS, mas aos seleccionados, nós apelidámos de “Barões do Futebol Angolano). Um vocabulário diferentes, de que nos orgulhamos muito e que eu lamento não ter a felicidade de ter comigo o meu grande amigo Rui Carvalho, um valor ímpar que não teve quem compreendesse o quanto de belo ele pretendeu para a nossa Angola, quando desempenhou funções como director-geral da Rádio Nacional, da TPA, como governador de Luanda e na SONANGOL.
Muito mais teria para contar: Etapas de fascículos que bem poderiam enriquecer a História do Desporto Angolano e do Jornalismo-desportivo, gerados durante o período próximo da independência, após o 24 de Abril e, principalmente, após o 11 de Novembro de 1975. Fica para quando me espevitarem a memória novamente. Porei a verdade dos factos.
Ao Honorato Silva, o meu aceno de perfeita camaradagem e entendimento pelo lapso.
Kandandus. – Carlos Pereira
Para quantos quiserem ler o artigo completo inserido no JORNAL DE ANGOLA, AQUI FICA O LINK para o artigo subordinado ao título
Girabola sai do gabinete para substituir Estadual de Angola



EM ANGOLA DESPORTO

NÃO É SÓ "GIRABOLA"