sexta-feira, setembro 19, 2008
sexta-feira, agosto 01, 2008
BAÍA DE LUANDA
(ÚLTIMO SLIDE)
LEGENDA:
O mandato que nos foi conferido estabelece que cabe à entidade promotora a responsabilidade de garantir a viabilidade financeira do projecto, propondo as formas de compensação necessárias. Adoptámos, por isso, uma concepção inovadora e moderna de financiamento, que não só proporcionará à entidade promotora os meios para garantir a exequibilidade do projecto na íntegra e realizar as obras públicas de grande envergadura, mas também assegurará à cidade importantes mais-valias:
Propomos criar na Baía, através da recuperação das areias de dragagem, duas pequenas ilhas, que ficarão disponíveis para urbanização. Projectamos a construção, sujeita a restrições de densidade e altura, de edifícios de escritórios de grande qualidade, um hotel, apartamentos e moradias nessas novas ilhas, que ocuparão apenas quarenta e sete hectares de um total de mil e novecentos hectares que constituem a Baía – ou seja, menos de três por cento da área total da Baía, num local em que a água, na maré baixa, não passa do joelho.
Adenda: Esta será uma, entre outras dezenas, das maiores obras até hoje realizadas na capital angolana, LUANDA, e que levantou alguma polémica sem qualquer outra justificação que não seja a da pura inveja... Petróleo não cai do céu! Governar um país tão grande, com carências de quadros e a inexperiência de alguns sectores, não é tarefa fácil. Outros países, por exemplo, Portugal, que cabe lá catorze vezes e meia, com o mesmo tempo de democracia - e sem petróleo, claro -, e já com vários governantes de tendências políticas opostas, não conseguiu sair da cepa- torta, e ainda enfrenta problemas graves com segurança, saúde, ensino, prostituição, corrupção, justiça ... emfim, e com um descontentamente do povo - na verdadeira acepção de valores sociais. Há, sim , problemas graves em Angola, mas, deixem governar quem está, porque os vindouros não vão conseguir cumprir promessas... eleitorais alimentadas pela ânsia de poder, e o que estão, já muito fizeram fora de Luanda... uma cidade que albergou milhares e milhares de furagidos da guerra que por lá vão ficando, infelizmente. - carlospereirangola@gmail.com
quinta-feira, julho 10, 2008
LUANDA SINGULAR

(Continuação - V)
LEGENDA CINCO:
Desenvolvimento proposto e aprovado
ADENDA: DESNVOLVIMENTO proposto, cobre toda a zona da baia, desde o porto marítimo até zona da ponta da ilha: 800.000 metros quadrados.As zonas verdes são as que referenciam as chamadas SENHAS a que me referi já.
E que dizer deste projecto denominadoTORRE CAPITAL TOWER?
Simplesmente lindo e arrojado. Tem 50 pisos e destina-se a ser utilizado com zonas comerciais.
Autoria: José Soalheiro, Teresa Castro
Associados e Arquitectos, Lda.
quarta-feira, julho 02, 2008

(Continuação - IV)
LEGENDA QUATRO:
Extensão calculada de sedimentos contaminados
ADENDA: As zonas marcados com esta cor, fazem parte da Marginal, junto à rotunda da entrada para a Ilha e as que estão na baía, correspodem às sengas *que eu bem conheço desde os meus tempos em que fazia fugas às aulas e atravessava a nado a baía com meus companheiros de desgraça. Ai, nessas sengas, de enorme extensão, nós nem podíamos nadar naquela zona por a água não ter altura suficiente para flutuar, mesmo nos momentos de maré cheia. Havia, problemas para caminhar lá, dado que havia muitas conchas, mabangas, e as famosas violas e raias. Grandes perigos... pois tanto as violas como as raias, se as pisássemos, ou nos aplicavam uma chicotada com o rabo onde têm um espeto com se defendem e é venenoso, ou, nos aplicavam uma descarga eléctrica de tal intensidade que muitas vezes a perna ficava paralisada.
*SENGA - termo que os angolanos usam para definir um baixio; talvez por estar cheio de cascas da mabangas deixadas pelos pescadores que ali iam retirar o miolo para servir de isca e não só, também, para certos pratos da gastronomia dos ilhéus, sendo , por isso, um amontoado de restos que se lhe atribuiu esse nome que também é usado no Brasil.
A PROPÓSITO...
vejam aqui outro grande empreendimento angolano
O consórcio liderado pela Mota-Engil Engenharia está a construir em Luanda o empreendimento Torres Atlântico que, para além da volumetria, se destaca pelos elevados e ímpares índices de segurança, sem paralelo em Angola. Ao contar com a presença de vários especialistas de segurança – um gestor de segurança do empreiteiro geral, um técnico indicado pelo Developer e um consultor designado pelo dono de obra – a empreitada, junto à marginal (Av. 4 de Fevereiro), não poderia deixar de contemplar um enfoque permanente nas questões da segurança. As palestras diárias, as auditorias regulares, os encontros para identificação de riscos por parte dos trabalhadores e a responsabilização dos quadros associados à produção permitiu já obter autênticos recordes: a 13 de Abril de 2005 foi atingida a significativa marca de dois milhões de horas/homem trabalhadas sem ocorrência de acidentes com baixa. Os trabalhadores envolvidos (80% são angolanos) já assinalaram o facto numa cerimónia preparada para o efeito.A empreitada prevê a construção de duas torres: com 14 pisos, a primeira destina-se à habitação; a outra, idealizada para escritórios, conta com 19 andares. Um edifício de quatro pisos, que funcionará como parque de estacionamento, estabelece a devida conexão entre os dois corpos. O consórcio liderado pela Mota-Engil Engenharia está a construir em Luanda o empreendimento Torres Atlântico que, para além da volumetria, se destaca pelos elevados e ímpares índices de segurança, sem paralelo em Angola. Ao contar com a presença de vários especialistas de segurança – um gestor de segurança do empreiteiro geral, um técnico indicado pelo Developer e um consultor designado pelo dono de obra – a empreitada, junto à marginal (Av. 4 de Fevereiro), não poderia deixar de contemplar um enfoque permanente nas questões da segurança. As palestras diárias, as auditorias regulares, os encontros para identificação de riscos por parte dos trabalhadores e a responsabilização dos quadros associados à produção permitiu já obter autênticos recordes: a 13 de Abril de 2005 foi atingida a significativa marca de dois milhões de horas/homem trabalhadas sem ocorrência de acidentes com baixa. Os trabalhadores envolvidos (80% são angolanos) já assinalaram o facto numa cerimónia preparada para o efeito.A empreitada prevê a construção de duas torres: com 14 pisos, a primeira destina-se à habitação; a outra, idealizada para escritórios, conta com 19 andares. Um edifício de quatro pisos, que funcionará como parque de estacionamento, estabelece a devida conexão entre os dois corpos.
carlospereirangola@gmail.com
quarta-feira, junho 25, 2008
(Continuação - III)
LEGENDA TRÊS: Areia limpa e sedimentos poluídos observados durante a inspecção do local...
ADENDA: ... onde será erguida uma das maiores obras até hoje realizadas na capital angolana, Luanda, e que levantou alguma polémica sem qualquer outra justificação que não seja a da pura inveja... Petróleo não cai do céu!
sábado, junho 21, 2008
POSIÇÃO PESSOAL - Prometemos aos nossos visitantes divulgar os pormenores que desmentem, categoricamente as afirmações que o "vagabundo da musica" Bob Geldof veio propalar em Lisboa, com objectivos escuros e lucrativos, denegrindo o governo de Angola e os seus dirigentes.
LEGENDA DOIS - Os estudos preliminares que efectuámos indicam que será necessário dragar cerca de quatro milhões de metros cúbicos de areia, o que constitui um desafio técnico e económico no que respeita à eliminação ou à potencial reutilização dos materiais dragados.
quinta-feira, junho 19, 2008
Este projecto foi tema que eu aqui abordei com considerações sobre a infeliz "conferência de imprensa" patrocinada pelo Banco Espírito Santo, em Lisboa, com Bob Geldof, conhecido pela sua falta de educação e de princípios, que veio propalar de ouvidos prenhes de mentiras, o que lhe impingiram em Luanda: que o Governo angolano ia construir um hotel ultra-moderno de um mega projecto na baía de Luanda, e, ponderada e com acinte, aventurou-se a chamar de "criminosos" aos governantes angolanos.Isso passou-se este ano, e do assunto poderão os meus visitantes constatar clicado na taag correspondente.
POSIÇÃO PESSOAL - Como angolano que apoia incondicionalmente o actual governo angolano, presidido por José Eduardo dos Santos, sinto-me, como homem da informação, no dever de aqui neste meu espaço (sem censura) demonstrar o quanto de injustas foram as declarações desse vagabundo da música. Eu acho que sim. Que é um vagabundo. Inventou a maneira de não trabalhar e ganhar balúrdios à custa de atitudes altruistas camufladas que não resolvem nada àqueles a quem propala ajudar com montes de "dinheiros" angariados. Ajudaria sim, se levasse as campanhas até ao fim e as acompanhase de perto, in loco, para ter certezas de que estava a resolver um problema grave - que, quanto a mim não se resolve com essas intenções singulares, sem proveito verdadeiro dos que dela carecem.
COMPROMISSO - E, pelas razões expostas, a partir de hoje e sem compromisso de rigor nas datas, irei oferecer imagens do que realmente é o projecto. Um projecto curiosamente semelhante a um outro que já no tempo colonial, se não me engano, nos anos 60, se divulgou, o qual era um pouco diferente pois apenas se destinava à construção de uma ilhota na baía para a construção de um hotel-casino. Só não se construiu porque, ao que julgo saber, havia interesse camuflados de empresários que estavam fora do projecto e que estavam bem posicionados junto ao governo central.
IMAGENS ORIGINAIS -As imagens que vou aqui apresentar fazem parte de um documento que me foi fornecido, devidamente legendado. Por todos os motivos, as legendas que aqui ilustrarão as imagens, serão integralmente respeitadas e não constituem a minha autoria, as quais para as destrinçar serão numeradas.
LEGENDA 1 - No seguimento de uma proposta preliminar apresentada ao Governo, recebemos um mandato de Sua Excelência, o Ministro das Obras Públicas, para prosseguir e desenvolver aprofundadamente os conceitos do nosso projecto, realizando os necessários estudos de viabilidade técnicos e económicos.
Foi o que fizemos, consultando as autoridades competentes e delas recebendo valiosos contributos. Hoje, submetemos à vossa apreciação a versão final do Projecto Baía de Luanda por nós proposto.




