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sexta-feira, agosto 01, 2008

PROJECTO
BAÍA DE LUANDA

(ÚLTIMO SLIDE)
LEGENDA:
O mandato que nos foi conferido estabelece que cabe à entidade promotora a responsabilidade de garantir a viabilidade financeira do projecto, propondo as formas de compensação necessárias. Adoptámos, por isso, uma concepção inovadora e moderna de financiamento, que não só proporcionará à entidade promotora os meios para garantir a exequibilidade do projecto na íntegra e realizar as obras públicas de grande envergadura, mas também assegurará à cidade importantes mais-valias:
Propomos criar na Baía, através da recuperação das areias de dragagem, duas pequenas ilhas, que ficarão disponíveis para urbanização. Projectamos a construção, sujeita a restrições de densidade e altura, de edifícios de escritórios de grande qualidade, um hotel, apartamentos e moradias nessas novas ilhas, que ocuparão apenas quarenta e sete hectares de um total de mil e novecentos hectares que constituem a Baía – ou seja, menos de três por cento da área total da Baía, num local em que a água, na maré baixa, não passa do joelho.

Adenda: Esta será uma, entre outras dezenas, das maiores obras até hoje realizadas na capital angolana, LUANDA, e que levantou alguma polémica sem qualquer outra justificação que não seja a da pura inveja... Petróleo não cai do céu! Governar um país tão grande, com carências de quadros e a inexperiência de alguns sectores, não é tarefa fácil. Outros países, por exemplo, Portugal, que cabe lá catorze vezes e meia, com o mesmo tempo de democracia - e sem petróleo, claro -, e já com vários governantes de tendências políticas opostas, não conseguiu sair da cepa- torta, e ainda enfrenta problemas graves com segurança, saúde, ensino, prostituição, corrupção, justiça ... emfim, e com um descontentamente do povo - na verdadeira acepção de valores sociais. Há, sim , problemas graves em Angola, mas, deixem governar quem está, porque os vindouros não vão conseguir cumprir promessas... eleitorais alimentadas pela ânsia de poder, e o que estão, já muito fizeram fora de Luanda... uma cidade que albergou milhares e milhares de furagidos da guerra que por lá vão ficando, infelizmente. - carlospereirangola@gmail.com



quarta-feira, julho 02, 2008

PROJECTO BAÍA DE LUANDA


(Continuação - IV)
LEGENDA QUATRO:
Extensão calculada de sedimentos contaminados

ADENDA: As zonas marcados com esta cor, fazem parte da Marginal, junto à rotunda da entrada para a Ilha e as que estão na baía, correspodem às sengas *que eu bem conheço desde os meus tempos em que fazia fugas às aulas e atravessava a nado a baía com meus companheiros de desgraça. Ai, nessas sengas, de enorme extensão, nós nem podíamos nadar naquela zona por a água não ter altura suficiente para flutuar, mesmo nos momentos de maré cheia. Havia, problemas para caminhar lá, dado que havia muitas conchas, mabangas, e as famosas violas e raias. Grandes perigos... pois tanto as violas como as raias, se as pisássemos, ou nos aplicavam uma chicotada com o rabo onde têm um espeto com se defendem e é venenoso, ou, nos aplicavam uma descarga eléctrica de tal intensidade que muitas vezes a perna ficava paralisada.

*SENGA - termo que os angolanos usam para definir um baixio; talvez por estar cheio de cascas da mabangas deixadas pelos pescadores que ali iam retirar o miolo para servir de isca e não só, também, para certos pratos da gastronomia dos ilhéus, sendo , por isso, um amontoado de restos que se lhe atribuiu esse nome que também é usado no Brasil.


A PROPÓSITO...
vejam
aqui outro grande empreendimento angolano


O consórcio liderado pela Mota-Engil Engenharia está a construir em Luanda o empreendimento Torres Atlântico que, para além da volumetria, se destaca pelos elevados e ímpares índices de segurança, sem paralelo em Angola. Ao contar com a presença de vários especialistas de segurança – um gestor de segurança do empreiteiro geral, um técnico indicado pelo Developer e um consultor designado pelo dono de obra – a empreitada, junto à marginal (Av. 4 de Fevereiro), não poderia deixar de contemplar um enfoque permanente nas questões da segurança. As palestras diárias, as auditorias regulares, os encontros para identificação de riscos por parte dos trabalhadores e a responsabilização dos quadros associados à produção permitiu já obter autênticos recordes: a 13 de Abril de 2005 foi atingida a significativa marca de dois milhões de horas/homem trabalhadas sem ocorrência de acidentes com baixa. Os trabalhadores envolvidos (80% são angolanos) já assinalaram o facto numa cerimónia preparada para o efeito.A empreitada prevê a construção de duas torres: com 14 pisos, a primeira destina-se à habitação; a outra, idealizada para escritórios, conta com 19 andares. Um edifício de quatro pisos, que funcionará como parque de estacionamento, estabelece a devida conexão entre os dois corpos. O consórcio liderado pela Mota-Engil Engenharia está a construir em Luanda o empreendimento Torres Atlântico que, para além da volumetria, se destaca pelos elevados e ímpares índices de segurança, sem paralelo em Angola. Ao contar com a presença de vários especialistas de segurança – um gestor de segurança do empreiteiro geral, um técnico indicado pelo Developer e um consultor designado pelo dono de obra – a empreitada, junto à marginal (Av. 4 de Fevereiro), não poderia deixar de contemplar um enfoque permanente nas questões da segurança. As palestras diárias, as auditorias regulares, os encontros para identificação de riscos por parte dos trabalhadores e a responsabilização dos quadros associados à produção permitiu já obter autênticos recordes: a 13 de Abril de 2005 foi atingida a significativa marca de dois milhões de horas/homem trabalhadas sem ocorrência de acidentes com baixa. Os trabalhadores envolvidos (80% são angolanos) já assinalaram o facto numa cerimónia preparada para o efeito.A empreitada prevê a construção de duas torres: com 14 pisos, a primeira destina-se à habitação; a outra, idealizada para escritórios, conta com 19 andares. Um edifício de quatro pisos, que funcionará como parque de estacionamento, estabelece a devida conexão entre os dois corpos.
carlospereirangola@gmail.com


quarta-feira, junho 25, 2008

PROJECTO BAÍA DE LUANDA

(Continuação - III)

LEGENDA TRÊS: Areia limpa e sedimentos poluídos observados durante a inspecção do local...

ADENDA: ... onde será erguida uma das maiores obras até hoje realizadas na capital angolana, Luanda, e que levantou alguma polémica sem qualquer outra justificação que não seja a da pura inveja... Petróleo não cai do céu!



sábado, junho 21, 2008

PROJECTO BAIA DE LUANDA

(CONTINUAÇÃO - II)

POSIÇÃO PESSOAL - Prometemos aos nossos visitantes divulgar os pormenores que desmentem, categoricamente as afirmações que o "vagabundo da musica" Bob Geldof veio propalar em Lisboa, com objectivos escuros e lucrativos, denegrindo o governo de Angola e os seus dirigentes.
LEGENDA DOIS - Os estudos preliminares que efectuámos indicam que será necessário dragar cerca de quatro milhões de metros cúbicos de areia, o que constitui um desafio técnico e económico no que respeita à eliminação ou à potencial reutilização dos materiais dragados.


quinta-feira, junho 19, 2008


Este projecto foi tema que eu aqui abordei com considerações sobre a infeliz "conferência de imprensa" patrocinada pelo Banco Espírito Santo, em Lisboa, com Bob Geldof, conhecido pela sua falta de educação e de princípios, que veio propalar de ouvidos prenhes de mentiras, o que lhe impingiram em Luanda: que o Governo angolano ia construir um hotel ultra-moderno de um mega projecto na baía de Luanda, e, ponderada e com acinte, aventurou-se a chamar de "criminosos" aos governantes angolanos.Isso passou-se este ano, e do assunto poderão os meus visitantes constatar clicado na taag correspondente.

POSIÇÃO PESSOAL - Como angolano que apoia incondicionalmente o actual governo angolano, presidido por José Eduardo dos Santos, sinto-me, como homem da informação, no dever de aqui neste meu espaço (sem censura) demonstrar o quanto de injustas foram as declarações desse vagabundo da música. Eu acho que sim. Que é um vagabundo. Inventou a maneira de não trabalhar e ganhar balúrdios à custa de atitudes altruistas camufladas que não resolvem nada àqueles a quem propala ajudar com montes de "dinheiros" angariados. Ajudaria sim, se levasse as campanhas até ao fim e as acompanhase de perto, in loco, para ter certezas de que estava a resolver um problema grave - que, quanto a mim não se resolve com essas intenções singulares, sem proveito verdadeiro dos que dela carecem.

COMPROMISSO - E, pelas razões expostas, a partir de hoje e sem compromisso de rigor nas datas, irei oferecer imagens do que realmente é o projecto. Um projecto curiosamente semelhante a um outro que já no tempo colonial, se não me engano, nos anos 60, se divulgou, o qual era um pouco diferente pois apenas se destinava à construção de uma ilhota na baía para a construção de um hotel-casino. Só não se construiu porque, ao que julgo saber, havia interesse camuflados de empresários que estavam fora do projecto e que estavam bem posicionados junto ao governo central.

IMAGENS ORIGINAIS -As imagens que vou aqui apresentar fazem parte de um documento que me foi fornecido, devidamente legendado. Por todos os motivos, as legendas que aqui ilustrarão as imagens, serão integralmente respeitadas e não constituem a minha autoria, as quais para as destrinçar serão numeradas.

LEGENDA 1 - No seguimento de uma proposta preliminar apresentada ao Governo, recebemos um mandato de Sua Excelência, o Ministro das Obras Públicas, para prosseguir e desenvolver aprofundadamente os conceitos do nosso projecto, realizando os necessários estudos de viabilidade técnicos e económicos.
Foi o que fizemos, consultando as autoridades competentes e delas recebendo valiosos contributos. Hoje, submetemos à vossa apreciação a versão final do Projecto Baía de Luanda por nós proposto.



sábado, maio 10, 2008

ANGOLA - BOB GELDOF


(continuação)
Dando cumprimento ao que eu prometi, aqui fica o quanto entendo merecer que eu, como ANGOLANO LIVRE - esteja onde estiver dentro da superfície da minha terra natal 1.246.700 Km/2 (Portugal tem 92.391 Km/2)-,não preciso de lutar pela liberdade que Agostinho Neto nos prometeu e que se cumpriu no dia 11 de Novembro de 1975. A data exacta que deu aos angolanos a liberdade de serem humanos não explorados, jamais, pelos colonizadores portugueses. Para isso, foi eleito democraticamente, o actual Presidente da República José Eduardo dos Santos. Muitos portugueses queriam que fosse Jonas Javimbi, mas apesar de todos os esforços – até da balcanização -, a partir do Planalto Central, isso fracassou. Foi uma loucura do então governo português – e porque não dizê-lo -, que certos políticos influentes no pós 25 de Abril que alimentaram e acreditaram ser possível acontecer quando Savimbi estava acantonado no Huambo, convencido de que ia dividir Angola, como alternativa à impossibilidade de dominar o País inteiro.


- Içar da bandeira de ANGOLA INDEPENDENTE -

O AVIÃO DE DEU MEIA VOLTA
Só tenho pena de não saber quem viajava naquele avião que chegou a estar em espaço angolano, na hora em que Agostinho Neto proclamava a independência, ao som dos rebentamentos dos “Mona-Caxitos”, deu meia volta e seguiu a rota de retorno a Portugal.
Se calhar, a seu bordo devia estar alguém com o sobrenome Soares… A prova do alinhamento de Portugal está no facto de Portugal, ter sido o último país a reconhecer uma Angola independente sob a égide do maior partido político, o MPLA, na esperança sonhadora de uma vitória da UNITA, com o apoio sul-africana pela região-sul (Porto Amboim, Gabela) e dos zairenses de Mobutu e Holden Roberto (UPA-FNLA) pela região-norte (Catete). Só que, apesar dos soviéticos terem negado apoio a Agostinho Neto, Fidel Castro assumiu a responsabilidade de apoiar os verdadeiros angolanos – e não os vende-pátria -, ajudando com as suas forças militares as FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola), a escorraçar em debandada vergonhosa os tribalistas que estavam a Norte e os racistas que estavam a Sul. Até Nito Alves - que na data ainda não se tinha vendido aos soviéticos -, alinhou na linha Sul empunhando a bandeira da liberdade, na maior força terrestre de que há memória, encostando os sul-africanos para lá das nossas fronteiras.
MIGUEL GASPAR
INSULTA POVO ANGOLANO
Para quê todo este minucioso e exaustivo intróito?
Para dizer ao Senhor Miguel Gaspar (ex- director do Diário de Notícias e da TSF ONLINE) colunista do jornal PÚBLICO (ver edição de 8 de Maio 2008, “Uma linha mais” – BOB GELDOF, cidadão angolano) que escreveu como tuga longe da realidade angolana, com as suas evocações de conhecimentos de economia condicionadora da liberdade, e, desintegrado de conceitos honestos rematou seu escrito com este disparate, que transcrevo na íntegra:
“ Os angolanos que em Angola lutam pela liberdade e pela justiça social ficaram com razões para gostar do homem que não gostava das segundas-feiras. Um dia, numa Angola democrática, poderão dizer que o cidadão do mundo Bob Geldof merece ser um cidadão angolano”. E eu acrescento: etíope… etc … etc, menos irlandês
.
GARANTIA QUE DOU
Posso garantir ao Senhor Gaspar – jornalista de longa data formado em filosofia -, que os tais “angolanos que lutam pela liberdade”, caso o Bob voltasse a Angola, seriam os primeiros a fazerem-lhe a cama… isto é, a darem-lhe uma lição que ele ia a correr para Dublin ou Belfast, ver se o IRA, estava a cumprir o acordo assinado em 2005, e se a luta religiosa que impedia liberdades aos cidadãos irlandeses de serem católicos ou protestantes estava a ser cumprida. Dentro das fronteiras da sua terra é que o Bob devia lutar e deixar os povos livres, serem como são, porque desde 4 de Fevereiro de 1960, que o Povo angolano, mostrou não precisar que os “Bob’is” deste mundo cão, os incite a levantamentos, para mais em véspera de eleições. Até parece acção orquestrada… à boa maneira neocolonialista.
LUSA INFORMOU ERRADO
A título de repôr a verdade e rejeitar a notícia da Agência Lusa, sobre a famigerada conferência do Bob, fique claro que o Embaixador de Angola em Portugal, Dr. Assunção dos Anjos (na foto) nunca poderia abandonar a sala porque não estava lá presente.
Para aqueles que desejem escalpelizar os aspectos ligados à Embaixada de Angola, em Portugal, deixo aqui o link correspondente. Aí irão saber coisas que a imprensa não divulgou

sexta-feira, maio 09, 2008

ANGOLA - BOB GELDOF


Uma afirmação gratuita, intencional e paga pela oposição ao governo angolano, de JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS. Cada um é o que é e acho que tem o direito de se manifestar livremente, mas com respeito, sem necessidade de usar termos insultuosos. Há muitas formas de se levantar o dedo, principalmente em assuntos diplomáticos. Eu penso assim, porque nunca deixei de manifestar as minhas opiniões e nunca deixei de levantar meu dedo, fazendo crítica construtiva. Mesmo quando em Angola exerci um jornalismo radiofónico. Respeito este conceito. Por isso também aqui estou a manifestar-me, sobre o que BOB GELDOF, reconhecido mundialmente como um dos mais “mal-educados” por não hesitar em dizer asneiras em público para mostrar o seu ponto de vista. (Ref.ª WIKIPEDIA: Bob Geldof é um dos homens mais reconhecidos e admirados pelo mundo – e também um dos mais "mal educados", não hesitando em dizer asneiras em público sempre que isso fosse necessário para mostrar o seu ponto de vista.

  • PONTO DE VISTA - Ora o seu ponto de vista é bem conhecido, e por muito que se lhe gabem os feitos na Etiópia, até hoje eu nunca vi nenhum relatório ou extracto de cc que me mostrasse para onde foram os milhões angariados em nome da fome na Etiópia. Quantas crianças engordaram ou quantas continuam a morrer (?) naquele país africano. Será que se esqueceu do seu “ponto de vista” e dos que continuam, na Etiópia a travar lutas contra a fome? Que fachadas… meu Deus! Bastou-lhe mitigar alguns e autoproclamar-se defensor dos “infelizes famintos”? Acho que deveria ter continuado sempre com a Etiópia, até conseguir erradicar ali a fome. Mas ficou-se por ali… e desandou para outras paragens… oportunistamente a fazer-se passar por filantropo. Bela carreira ele decobriu. Ao menos não precisa de dar dinheiro a ganhar a empresários e vai-se governando aureolado pelo “altruísmo” das suas ideias levando instituições como o Banco Espírito Santo a irem na conversa do humanismo badalado por esse Mundo do seguidismo.
  • BOAS INTENÇÕES -E, sem mais nem aquelas, Angola caiu-lhe no goto. E Angola caiu na arriosca patrocinada pelo Banco Espírito Santo, instituição que de boas intenções promoveu a famigerada conferência de imprensa, em Lisboa, onde o desconchavo aconteceu. Uma lição que os responsáveis da ideia aprenderam, para que no futuro saibam aperceber-se de com quem se metem em negócios.
  • HÁ MAIS PARA DIZER - Não disse tudo quanto pretendo. Mas um post não pode ser demasiado extenso. Voltarei breve com este assunto para demonstrar aspectos do progresso de Angola, que nada têm a ver com criminosos… a não ser que consiga saber qual foi a Empresa que construiu algumas casas em Luanda, por acordos com o governo de José Eduardo dos Santos, destinadas a famílias pobres, algumas das quais tiveram de ser destruídas porque foram consideradas impróprias para serem habitadas por seres humanos mas sim para bichos. As novas construções foram entregues a uma outra empresa.


    carlospereirangola@gmail.com


quarta-feira, maio 07, 2008

Angola

Manifesta má fé do músico Bob Geldof <

por ter proferido "afirmações injuriosas"

O activista Bob Geldof não teve pejo em direccionar duras acusações ao regime de Angola, ontem em Lisboa, que acusou de "criminosos". O organizador do "Live Aid", que falava numa conferência sobre "Desenvolvimento Sustentável", afirmou que as "casas mais ricas do mundo [em construção] na baía de Luanda são mais caras do que em Chelsea e Park Lane", duas das zonas mais chiques de Londres. "Angola é gerida por criminosos que permitem estas disparidades, quando o país tem potencial para ser um dos países mais ricos do mundo", disparou.

Desagradado com toda a situação, o representante diplomático de Angola em Lisboa, o embaixador Assunção dos Anjos, terá abandonado a sala da conferência. Ao final do dia, a embaixada angolana em Lisboa reagiu às declarações, em comunicado, condenando as declarações do músico, classificando-as de "manifesta má fé". Já o Banco Espírito Santo, organizador da conferência em parceria com o semanário Expresso, também em comunicado, distanciou-se "formal e inequivocamente" das "afirmações injuriosas" que Geldof proferiu no evento.