segunda-feira, janeiro 07, 2008

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada


Fernando Pessoa

Num mundo onde tudo muda com uma rapidez assustadora e nunca vista, a previsão seja qual for o alvo cimentou-se em pontos de partida cujas metas por mais acessíveis que elas sejam, deixaram de ser a meia certeza de outrora, para serem coincidências e, mesmo estas, falíveis – ou não fossem meras previsões.
Por assim pensar, considero a arte das previsões um gasto sem retorno, uma vez que os entendidos (futuristas) nas questões prementes em todos os inícios de ano, evitam ser categóricos quanto ao futuro, jogando, mas sempre, com alguma margem de alternativas. Pau de dois bicos é mais aconselhável. Afinal, a evidência das incertezas que podem surpreender, está de acordo com as realidades que o dia-a-dia nos oferece, em todas as vertentes do quotidiano. Basta atentar na evolução político-económica mundial para cambiar os pontos finais em reticências.
Surpresas advirão ao longo deste bissexto ano de 2008, cujo dealbar, já nos deixou avisos severos na esfera económica que são desde já a realidade que nos alerta para o apertar do cinto. Esta a questão principal que não é preciso ir consultar nenhum futurista, para desde já cortar nas despesas supérfluas.
Reitero meus votos: BOM ANO PARA TODOS! Carlos Pereira
E.T.)- Por curiosidade, vale a pena passar uma vista de olhos pelo site (em inglês) e atentar no que os abalizados economistas admitem que poderá acontecer em 2008.