sexta-feira, dezembro 08, 2006

CAROLINA SALGADO
ex-amante de Pinto da Costa
conta em "EU, CAROLINA"
segredos de polichinelo

Antes de teclar a primeira letra de um assunto vindo a público na imprensa sensacionalista de Lisboa – e não só, mas também num outro género de jornalismo de ódios de estimação, cito: O RECORD – dei por mim invadido por uma grande dose de revolta e tristeza, revolta não contra essa imprensa que sobrevive nessa vertente de fazer jornais e tristeza por esse jornalismo desportivo se aproveitar de questões pessoais para denegrir pessoas que não o merecem; neste caso PINTO DA COSTA, presidente do FC do Porto. Isto a propósito do livro “Eu, Carolina”, que alguém – sei lá quem? - escreveu em nome de Carolina Salgado - nome sem crédito nenhum -, e, estou em crer com despesas pagas por algum novo amor de Carolina. Custa-me acreditar que uma mulher com dois filhos, que justificaram a sua opção pela vida nocturna fácil, se tenha esquecido deles em momento muito mais importante. É que, em meu entender, eles, os filhos, ficarão marcados para sempre pelo desgosto de saberem que sua mãe revelou intimidades que em nada dignificam a família Salgado e, pior ainda, a saber que sua mãe não tenha tido outra opção mais digna para os sustentar e educar do que ir dançar para um ambiente de prostitutas, o bar de alterne “Calor da Noite” na cidade do Porto. Quando os filhos de Carolina Salgado lerem as nojentas peripécias amorosas de sua mãe e raciocinarem que esse passado se deveu ao facto de ela achar pouco140 contos, para gerir uma vida respeitável. Em vez do alterne poderia optar, ainda que nocturno, por outras alternativas como em casas de repouso, hotéis, e, porque não no jornalismo uma vez que ela sabe tão bem reportar acontecimentos, com pormenores de rara perspicácia, como se verifica “Eu, Carolina”. Sabermos nós que famílias de 4 agregados, conseguem viver com menos de 100 contos… Mas, Carolina não estava disposta a ir comprar “às mijinhas” ao Dia… No Jumbo é que é… Daí, optou pelo mais fácil: foi mostrar as suas formas físicas e lindos sorrisos para um ambiente onde os homens vão procurar mulheres para fazer sexo.
Curiosamente, posteriormente, Carolina juntou-se ao “bloco encarnado” onde a luz ilumina um dos “ódios de estimação” ao Pinto da Costa – vulnerável a sentimentos esporádicos por mulheres –, o homem que a tirou da vida fácil e lhe estendeu o tapete vermelho para ela se guindar ao primeiro plano das notícias que a colocaram, erradamente, como uma mulher séria, companheira e não amante, na vida social portuguesa, que a não soube aproveitar… e, pior do que isso, se deixou levar (penso eu…) por conselhos daqueles que odeiam o dirigente desportivo com mais classe, entre quantos se quedam no meio luso.
Pinto da Costa, admito, tem duas personalidades, e a mais importante é a de ser “homem-dirigente” com capacidades invulgares (o seu currículo o justifica em toda a linha); e, a outra, é ser vulnerável aos seus sentimentos esporádicos, talvez mulherengo. Mas, acima de tudo diz as coisas à sua maneira e é muito sincero, Recordo, a seguir, algumas afirmações feitas por Pinto da Costa, à revista TABU que respiguei do site
SPORTUGAL

“O casamento pode ser até que a morte nos separe, mas isso do amor também ser é conversa. Estou convicto de que, se as pessoas assumissem os seus sentimentos, 80% dos casamentos desfaziam-se”.
- “Maldito o dia em que lá entrei, mas às vezes os amigos levam-nos para estas coisas”.
- Se o nosso coração não for um bocadinho leviano não serve para nada”,
-“Não me interessava o passado dela. Nunca fui elitista”.

Com a “Taça UEFA” já conquistada sob a batuta de José Mourinho, o presidente do FC Porto era um homem feliz, como dirigente, mas infeliz pelo lado amoroso, segundo o seu amigo Fernando Povoas, o justificava, com estas declarações: “Carolina só criava problemas e destruía tudo por onde passava. Fazia coisas que não ficavam bem para a idade dela. Mas com Pinto da Costa não havia nada a fazer. Porque quando se apaixona fica fixado 24 horas por dia”.
Para terminar, apenas um esclarecimento: nada me move contra a protagonista deste triste acontecimento, mas, move-me a grande admiração que nutro por PINTO DA COSTA, pela sua personalidade como homem que tem trazido para Portugal prestígio futebolístico nunca antes conseguido por nenhum outro dirigente de clube. E, ainda agora, com Benfica e Sporting, fora da LIGA MILIONÁRIA, o FC PORTO ESTÁ LÁ A DEFENDER A COTAÇÃO DO FUTEBOL PORTUGUÊS, A NÍVEL DE CLUBES, NA AURA DA ALTA RODA DO FUTEBOL MUNDIAL. E, isto, está bem claro, mexe muito com os macaquinhos-no-sótão de muita gente que o inveja, alimenta ódios e ânsias de vingança - sem argumentos válidos a nível desportivo, descamba para baixezas próprias de gente inculta – mexendo nas “fraquezas sentimentais” do ilustre presidente.
Registe-se: nunca falei com Pinto da Costa.
Carlos Pereira.